DISC(*) C(*)M N(*)TAS DE R(*)DAPÉ - 44


(*) Gravei a demo do disco OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM num Portastudio Tascam que eu havia comprado do Augusto Licks antes de sua entrada na banda. O aparelho gravava em 4 canais, usando os dois lados de uma fita K7. Usei uma bateria eletrônica Roland 808, que anos depois viraria o xodó vintage de quem faz música eletrônica. Com a cabeça cheia de ideias e o coração ansioso para ouvi-las, não quis perder tempo lendo o manual do equipamento. Esta negligência transformou os dias de gravação num misto de paraíso criativo e inferno de luzes vermelhas piscando.

(*) Olhando a capa do disco, agora, tento me lembrar porque decidimos usar fotos em pretibranco. Não consigo. As camisas que eu e Carlos estávamos usando tinham cores lisérgicas, teriam ficado legais em cores. Já eram retrô na época. Salvei-as do lixo: eram setentices que o pai da Adriane não queria mais no guarda-roupas. Se fôssemos camisas, eu diria: "a vida é assim, num dia estamos no lixo; no outro, em capas de disco". Talvez a frase também valha para seres humanos...

A capa do LP seguia a divisão do quadrado em 9 quadrados menores já usada n’A REVOLTA DOS DÂNDIS. VÁRIAS VARIÁVEIS, o terceiro da trilogia com as cores da bandeira gaúcha, deveria ter a mesma grade mas não resisti à enxurrada de engrenagens que pintaram no disco verde. Outro motivo para o abandono: se avizinhava a dominância do CD cujo tamanho equivalia a um dos quadrados menores. 

Nas primeiras tiragens do OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM havia cortes na capa através dos quais apareciam as fotos do encarte. O pessoal da fábrica reclamou muito pois muitas capas eram danificadas na pressa da linha de montagem. Uma lição que a vida real deu a este estudante de arquitetura. Reforçou algo que eu já sentia: admiração pelo design simples, funcional; e um certo desencanto com firulas. Me interessa muito mais conversar sobre o design de carros populares, por exemplo, do que sobre carros de boutique, feitos a mão, que custam milhões. Se me oferecessem escolher entre desenhar o novo Ford Ka ou a nova versão para as ruas da McLaren F1, eu acharia mais interessante o desafio do carrinho 1.0. Desenhar um coffee table book com capa dourada ou um fanzine mimeografado? Mimeógrafo já!

Bach acabou a sua vida escrevendo música em estado puro, quase uma abstração: deixou de anotar na partitura para que instrumento estava destinada, qual era o andamento. Tudo que ele fez é genial, mas eu, modestamente, prefiro seus trabalhos pragmáticos, destinados a coisas específicas: as Missas e Paixões, os estudos para teclado, as variações Goldberg (encomendadas por um conde que sofria de insônia).

Gosto dos comprometimentos da vida real, da relação custo/benefício no design, da influência do travesseiro no sonho. Compor pensando nas limitações de determinados músicos ou formatos (duo, trio, quarteto) mais me estimula do que inibe. O mundo ideal, eu deixo para a outra vida. Gosto dos ruídos desta.

(*) OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM foi gravado no estúdio mais aconchegante que conheci: a sala menor da RCA, em São Paulo. Havia vários instrumentos bacanas à disposição; entre eles, duas raridades: um baixo Rickenbacker azul e uma guitarra Fender de XII cordas. Xodós vintage...

Foram anos bem paulistas. O Rio de Janeiro havia sido o primeiro estado a nos adotar. São Paulo começava a nos entender. OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM e VÁRIAS VARIÁVEIS, na minha cabeça, têm sotaque paulista.

(*) Gosto de entrar em campo com um plano de jogo traçado. A vida, às vezes (quase sempre), nos leva a rever ou até ignorar esses planos. Mas isto nunca me pareceu justificativa para não fazê-los. Nunca pensei em planos como uma prisão, sempre os vi como sonhos. Desconfio de pessoas que valorizam muito a espontaneidade. Coloco no mesmo time das pessoas que falam muito de amor, fé... São coisas que não se busca: elas, simplesmente, são. São desde sempre. São antes de se pensar nelas.

Por entrar em estúdio com um plano de disco traçado, raramente gravei material que não fosse aproveitado. Na verdade, a única vez foi neste disco. Como as músicas são mais de quem ouve do que de quem fez, não vou falar das que já foram ouvidas. Só falarei da canção que ficou de fora do OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM. E se perdeu. Para sempre. Nem Maltz e Licks ouviram.

Se chamava Palitos de Fósforo. Usava este objeto, que sempre me fascinou, como metáfora para coisas efêmeras, belas e fugazes. Muitas vezes andam de mãos dadas o sublime e a impermanência.

Nós gravávamos sem clique. Baixo e bateria, na mesma sala, olho no olho, concentração total no pulsar. A voz eu colocava depois que Augustinho gravasse a guitarra. Quando fui gravar a voz de Palitos de Fósforo me dei conta de que havíamos nos emocionado demais e perdido o controle do andamento. A base estava muito rápida. A letra soava estranha, a música perdia o sentido naquela velocidade. Desisti. Nem cheguei gravar toda a letra. Em alguma caixa de um depósito deve haver uma música incompleta, cantada pela metade.

Às vezes sonho com esta música. Já sonhei que a capa do OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM era a cabeça de um palito de fósforo no momento do início da chama, quando ela parece mais rebelde e incontrolável, antes de virar aquele foguinho domesticado. Gosto da pequena explosão, do som de fogo e fricção entre palito e caixa. Frações de segundo.  Acontece milhares de vezes em milhares de cozinhas todos o dias. Nem por isso deixa de me fascinar. Quantos mil iPads precisamos para sentir o que sentiam nossos ancestrais vendo o fogo numa caverna?

Gosto da palavra “fósforo”. Sei falá-la emitindo o mesmo som que um fósforo faz ao queimar. “ffffFFÓSSSSSSFOROoooo”. Gosto de palavras. Do som e do desenho. A palavra “anxiety” falada num bom inglês é música para mim, mesmo que seu significado seja desagradável.

(*) OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM é um disco que ficou espremido entre A REVOLTA DOS DÂNDIS e ALÍVIO IMEDIATO (o primeiro teve um estouro tardio - a música que a gravadora mandou para as rádios foi A REVOLTA DOS DÂNDIS I, mas espontaneamente começaram a tocar INFINITA HIGHWAY, TERRA DE GIGANTES, REFRÃO DE BOLERO... quando OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM começava a abrir suas asas, lançamos ALÍVIO IMEDIATO - mas eu acho ótimo que a ansiedade criativa tenha falado mais alto do que o bom senso). 


Se alguém quiser contar um pouco de sua relação com este disco e seus mistérios, os comentários estão aí para isso.

(*) Comecei o texto falando no Augusto, falarei dele para encerrar. Neste disco apareceram nossas primeiras parcerias. 3 canções. Ao todo fizemos 11. Espero que esta conta não esteja fechada. Ele foi o músico mais caprichoso com quem já tive o prazer de tocar. Não sei (nunca soube ou não me lembro) se ele pensava com inteligência e sentia com emoção; mas na sua música estes dois ingredientes, sem dúvida, estão presentes.


(*) Na twitcam de abril tocarei o álbum OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM na íntegra. Dia 11, quarta feira, 22 horas. Há mais detalhes sobre o disco nos livros PRA SER SINCERO e MAPAS DO ACASO e no site www.engenheirosdohawaii.com.br

abraços 
mais calorosos e iluminados
(mas menos fugazes) 
do que a chama de um 
ffffFFÓSSSSSSFOROoooooo
10abr2012

164 comentários:

  1. OUÇA O QUE EU DIGO, NÃO OUÇA NINGUÉM, SÓ OBEDEÇA A LEI DA INFINITA HIGHWAY
    grande abraço Gessinger!

    Yuri Santana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. "Por entrar em estúdio com um plano de disco traçado, raramente gravei material que não fosse aproveitado",
      no entanto, esse RARAMENTE deixa no ar a possibilidade de uma reedição caprichada de cada disco, com comentários, fotografias e sobras de estúdio. Por que não?

      Excluir
  2. Um dos primeiros a ler e comentar esse texto incrível, que honra! 1Berto, vem tocar em Teresina. To com saudade! Hoje tava vendo no you tube um vídeo de um pocket show na livraria cultura e adorei a versão do Dom Quixote, me lembrou uma pessoa que fazia parte da minha vida e não está mais ao meu lado, foi muito emocionante! Doce sensação estranha, uma "comotion". Abração de urso e Beijos pra torcida.

    ResponderExcluir
  3. Gosto muito deste CD... Apesar de conhece-lo completo há alguns anos. Na verdade a maioria das músicas do Engenheiros eu conhecia, mas como não conhecia a discografia inteira, pensava que eram músicas novas! Realmente eram só que apenas com o instrumental diferente. Depois que ouvi os CD'S fui lembrando das músicas e putz, estou meio atrasada na discografia! Rsrsrs
    Mas o Ouça o que eu digo não ouça ninguém é um dos meus preferidos!
    Parabéns =) As twitcans são muito perfeitas, quem nunca teve oportunidade de ir ao show dos Engenheiros tem a oportunidade de ve-lo cantar os CD'S da banda, é muito bom, um " show particular"... :)

    ResponderExcluir
  4. hummmm....que bom começar a terça assim...É tão bom saber como os discos que tanto escutamos foram feitos...suas origens....muito bom!!! Estou aguardando muito ansiosa pela twitcam de quarta...não vejo a hora....!
    ps.: Não vou me cansar de comentar do show do Pouca Vogal que teve aki em são luis......FOI MUITO FODAAAAAAAAAA!!!! VALEU HUMBERTO E DUCA!!!
    bjos e braços humberto! ;)

    ResponderExcluir
  5. Parabéns amei o texto dessa semana :)

    ResponderExcluir
  6. Bom texto,gostei.

    Vaaaaleu 1Berto!

    ResponderExcluir
  7. Sempre gostei daquele final de Pra Ser Sincero, com um fósforo acendendo e uns passos de uma mulher. Abraço HG!

    ResponderExcluir
  8. Pô, 1berto, diz aí: vai rolar ou não Palitos de Fósforo na twitcam?

    ResponderExcluir
  9. Este foi o primeiro disco dos Engenheiros que escutei. Tinha apenas 7 anos, era ano de 1989. Graças a Deus pude pegar o finalzinho da era dos vinis. (tenho pena desta molecada!)
    Ouvia no vinil de meu Pai que viria falecer um ano depois. Depois disto comprava todos os discos. Decorava todos os discos. Bons tempos. Parabéns HG.

    ResponderExcluir
  10. Toda vez que falta luz,o invisível nos salta aos olhos...

    ResponderExcluir
  11. essa musica PALITOS DE FOSFOROS se fosse gravada hj com certeza iria fazer um grande sussesso ja nao seria como um "foguinho domesticado"

    ResponderExcluir
  12. Creio q o mais fascinante e misterioso de sua obra é ver a sequencia q veio depois desse disco, em 3 anos Humberto vc lançava o VÁRIAS VARIÁVEIS q parece um disco progressivo(mas o ouça q eu digo... de maneira nenhum são músicas lançadas ao vento sem padrão, então o conceito poderia se encaixar nos demais?) em 5 anos o Filmes de Guerra qse um acustico, porém músicas como Somos quem podemos ser e a SENSACIONAL variações de um mesmo tema poderiam perfeitamente fazer parte do disco sem ninguém reclamasse de falta de nexo.
    Fora o fato do Ouça o q eu digo ser mt atual, podia ser um disco inedito, sendo q tibus e tribunais seria um sensacional critica.

    Cara vc faz sentido e nao faz sentido ao mesmo tempo, acho q NÃO SER LITERAL realmente faz a beleza de uma obra como a sua


    P.s:Acho q tribos e tribunais foi a primeira música dos Engenheiros q escutei.


    Abraços, Pedro Henrique Bassolli

    ResponderExcluir
  13. Amo esse cd, ele fechou minha coleçao de cds q eu gosto dos engenheiros, o ultimo a ser ouvido e vivido! nao sei explicar minha relaçao com ele! nao me lembro como estava a primeira vez q escutei ele. mas me lembro de nao ter gostado! eh engraçado as vezes nós precisamos alcançar certa madureza pra gostar de algumas musicas e cds, e eu nao estava pronto pra gostar desse! deixei ele de lado por uns seis meses, e quando escutei ele denovo pensei comigo: caraca veio como isso conseguiu ficar tao bom? Fiz um trabalho na escola com a musica cidade me chamas! dps me arrenpendi de ter usado ela pq eu acabei dando um sentido pra musica, a de q ela fala sobre as guerras, hj ja nao sei mais se eh exatamente sobre isso q ela fala. quem pode nos disser isso eh o humberto neh? mas o fato eh q o disco teve q ficar parado em alguma parte do meu hd por algum tempo, ate eu alcançar o nivel de madureça grande o suficiente pra gostar dele! nao tenho muita storia sobre esse disco, mas fica aqui um grande abraço para nosso querido humberto gessunge
    bah1; explica direito aquele post no twiter se perguntando sobre o retotno do glm! foi soh um trocadilho ou foi uma indireta, talvez um sinal? agora n texto humberto nao polpou elogios ao nosso licks! sera q vai rola? tomara!

    ResponderExcluir
  14. Mariana Gonçalves10 de abril de 2012 00:20

    Depois deste texto, não olharei mais um fósforo com os mesmo olhos...

    E nem o ouvirei acender, com os mesmo ouvidos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Excluir
  15. Hoje eu tive que comentar grande Humba."Nunca se Sabe", sem duvida a mais genial de suas musicas, pra mim e a melhor musica já feita por um ser humano....

    ResponderExcluir
  16. Já passou muito tempo pra eu saber bem a minha relação com o Ouça. Na minha época de adolescente, eu mapeava os teus discos no meu caderno, fazia rankings, gráficos, um monte de maluquices. Era mais ou menos como as notas de escola de samba, avaliava vários quesitos, comparava. Não mostrava pra ninguém, era só pra mim mesmo.

    Do disco, Só sei que Nunca se Sabe é uma música que sempre pegou pesado em mim, e que depois de ler este texto to bastante curioso pra ouvir Palitos de Fósforo. Não quero ouvir a música pela curiosidade pura e simples, e sim porque ela ficou fora por um motivo nobre, ter "emocionado demais" vocês. "Troco" pelas próximas 10 que tu lançar com o Esteban.

    Abraço

    ResponderExcluir
  17. enqto tentava completar minha coleçao de cds enghaw na adolescencia ouça o que eu digo e minuano na epoca (2000) eram alguns dos mais dificeis de encontrar, geralmente eu achava os cds por 10 reais nas americanas, com exeção do longe d+, glm e varias variaveis (e papa e pop q comprei usado)

    ouça o q eu digo eu vi por acaso em uma locadora em meio a mtos vhs's e alguns dvds, la estava um cd. nunca imaginei encontrar cds p alugar, mas enfim la estava ele.

    foi diferente ouvi-lo tendo q pensar na fita k7 virgem em q eu estava gravando o cd, p nao ficar musica cortada, o que fazer com o imenso espaço vazio que ficou depois (eu nao queria misturar com o minuano)

    nao poder escutar as musicas lendo as letras no encarte (habito muito saudavel que o cd herdou do lp que esta se perdendo com o mundo de mp3 e ipods)

    nao poder ver as fotos (a foto)do encarte, nao poder ler a ficha tecnica, nao saber que a voz da segunda parte de variaçoes de um mesmo tema era do licks

    essas sao algumas singularidades do meu primeiro contato com o ouça o que eu digo nao ouça ninguem. depois descobri todas as coisas que nao pude ver no primeiro contato com o cd, e depois que consegui o cd (2005/2006) o vermelho da capa me chamava atençao. o letreiro enghaw branco na caixa preta tornava p mim a capa totalmente diferente da do cd revolta dos dandis, n sei explicar mt (o q nao tem explicação ninguem precisa explicar)

    depois (2007/2008) descobri o LP numa loja de discos aqui em fortaleza e descobri que as capas dos lps revolta e ouça eram diferentes das capas dos cds.

    acho que com uma visao inocente da pos-descoberta do lp ouça, poderia imaginar (e imaginei) que o cd poderia ter sido chamado a verdade a ver navios, nome que esta dentro de uma engrenagem do lado contrario da capa. quem sabe, dependendo do ponto de vista a pessoa poderia dar seu nome ao album...

    ResponderExcluir
  18. Pooooo Humberto agora vc vai ter q tocar palito de fosforo rs

    E é lindo ler o q vc digitou sobre AUGUSTO LICKS

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com enfase na frase "espero q essa conta nao esteja fechada!" to chorando aqui por causa disso!

      Excluir
    2. Cara, simplesmente amei as palavras que tu dirigiu ao Licks...E também espero que essa "conta" ainda se estenda.
      Valeu Humberto, gostei muito do post.

      Excluir
    3. ...apesar de parecer sonho....seria emocionante presenciar um possível GLM ... mas o que difere o sonho da realidade...?...acredito que seja a crença....

      Excluir
  19. Ouça o que eu digo: não ouça ninguém foi o último álbum a se tornar meu favorito (é... houve outros favoritos antes dele), músicas como Cidade em Chamas e Sob o Tapete me faziam entrar em outro mundo, sempre que as escuto crio um mundo novo, ambientes das músicas.
    A capa me fascina, o forte vermelho fez com que se tornasse também a minha capa favorita, sempre me acompanha (que de capa passou a pano de fundo de ambientes como twitter e celular. Talvez o vermelho tenha sido uma lembrança do fósforo que não queimou até o final (pela metade), mas queimou de forma "rebelde e incontrolável", deixando marcas.
    A parte final da música Variações sobre um mesmo tema me deixou semanas pensativa, "quem seria aquele rapaz?" eu me perguntava...
    Se me deixassem ficaria aqui horas contando minhas experiências com o álbum, mas me contento em ter tentado expressar as que mais me tocaram.

    Abraços Gessinger
    te amo

    ResponderExcluir
  20. "Neste disco apareceram nossas primeiras parcerias. 3 canções. Ao todo fizemos 11. Espero que esta conta não esteja fechada."

    Só de pensar na possibilidade, eu arrepio. O Licks foi um herói do guitarra pra mim. (mas heróis não foram, eles são.)

    Tenho pouco a falar do disco, cheguei atrasado. Conheci os Engs a partir do Simples de coração, e foram meio que todos de uma vez, num vício gostoso e que persiste até hoje.
    Essa primeiro trilogia tem uma atmosférica única, devia já ser nostálgico assim que foi lançado. Soa assim pra mim.

    Grande Abraço!

    ResponderExcluir
  21. Eu ja ouvia EngHaw a uns 2 anos, quando minha mãe me deu o CD "Ouça o que eu digo, não ouça ninguém".

    Eu ja conhecia as músicas e o LP.
    Ele veio mais pra completar a coleção.

    Já ouvi uns fãs 'dinossauros' dos Engenheiros, em minha cidade, dizer que nele havia uma música chamada "SIMETRIA" !!

    Sei lá.. alguns rockeiros são msms muito loucos!!

    "Cidade em chamas" e "Variações sobre o mesmo tema"
    são minhas preferidas (apesar de achar a VSMT, meio estranha)!!!

    Gostaria muito de ver o Gessinger + Licks + Maltz de novo em ação.. quem de nós não gostaria neh!!!

    -------------------------------------------------
    Humberto, você era um ateu a procura de Deus??

    sei que você não vai responder... mas ta ok!

    Vlw turma De fé!!
    Vlw Humberto!!

    ResponderExcluir
  22. Engraçado é que conheci Engenheiros tardiamente e por isso mesmo tenho poucas histórias com os álbuns. A maioria delas se resume a entrar nas Lojas Americanas, ver o CD ali vendendo e comprar pra ouvir as músicas que eu já havia ouvido, é claro. Descobri Engenheiros futucando a caixa de antigos CDs do meu primo. Ali encontrei uma coletânea dessas da vida, com o GLM na capa (mesmo que a maioria das músicas não fosse da fase GLM...). Eram as "20 melhores" de EngHaw. Hoje sou capaz de listar bem mais do que 20, imagino...

    Excelente texto, Gessinger!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cara eu não tenho história nenhuma .estou aguardando ansiosamente a tão sonhada volta pra poder ao menos contar uma história de show nessa minha vida .só conheço o pouca vogal. que por sinal e excelente

      Excluir
  23. O ouça oque eu digo não ouça ninguem, é meu bom parceiro pras viagens.Um estudante encauto,curso engenharia loge de casa. As vezes virtude, as vezes fardo! É o onibus ligar, e os cochichos começarem. Parece sincronia. Motorista da a ré, ouço gargalhadas.Imagino que num futuro vão ter fantasmas indo de joinville pra curitibanos ouvindo esse disco, em algum lugar aleatório desse trecho.(?Idealisando fantasmas?)
    bá, estou afim de sobreviver, só pra ver... Se somos mesmo quem podemos ser, na cidade em chamas. Se as cinzas dessa cidade estão sob o tapete. e se estão, Desde quando? Nunca se sabe. A verdade a ver navios, politicos bossais, Tribos e tribunais, quem diria... será que não seria melhor incendiar a cidade de uma vez? vai saber... vai entender. Uma certeza só uma certeza. Pra entender: ouça que eu digo, não ouça ninguem. (Acho que misturei uma citação do papa é pop ali) dá nada, ondas do mesmo oceano, variaçoes sobre um mesmo tema.
    Caraca, espero que tenha feito sentido, (pra mim fez) o coração sempre arraza a razão.
    Abraço, de coração.

    ResponderExcluir
  24. Lembro quando comprei esse disco(em lp), tinha os tais quadrados abertos mostrando as fotos do encarte, mas eu sempre ficava imaginando o que teria na capa se não fosse aberta...
    Ouvi cidade em chamas e fiquei louco pra tocá la no violao, dái veio a verdade a ver navios, e fui pro violão denovo, da mesma forma que aconteceu com nunca se sabe.Buscam sempre popularizar as letras "mais obvias" dos Engenheiros, mas eu tenho um lado meio underground, de achar que as músicas que não vão pra mídia tenham a mesma importância das demais, e tem muitas que me faz "viajar" com um copo de cuba na mão...

    ResponderExcluir
  25. A esperança de ouvir HG e Augusto L. tocando juntos outra vez ainda sobrevive. Espero que esse dia chegue e que seja o mais rápido possível!

    ResponderExcluir
  26. De Um Palito de Fósforo para uma Cidade em Chamas, Licks faz falta para a música, como os Engenheiros fazem falta para o rock, se pudesse unir os dois novamente, muitos poderiam morrer feliz, mas quero viver 10.000 anos para ver que destino isso pode tomar. Vou seguir viagem pensando no que eu tinha que pensar sobre essa postagem, aliás pensando no que eu ainda não pensei!!!

    ResponderExcluir
  27. Quando comecei a entrar (de cabeça) no universo EngHaw, esse disco foi um dos últimos a ser desvendado por mim! E nessa exploração do universo "havaiano" descobri pérolas maravilhosas como Cidade em Chamas e a maravilhosa Nunca se Sabe. Bom hoje todos os discos acabam tendo e mesma relevância (pra mim), afinal todos formam a maravilhosa constelação desse universo de talento e caprichos.Ouça o que eu digo: Ouça o Ouça o que eu digo, não ouça ninguém.

    ResponderExcluir
  28. Humberto.. o quão puro é ler os seus textos e ter como amigo um dicionário ao lado pra poder decifra-los? Tomara que isso seja bom. Me sinto desprezável fazendo isso: 'COMO É QUE VOCÊ NÃO CONHECE ESTA PALAVRA? TÁ BRINCANDO COMIGO?!' - Enfim. Valeu pelo texto!

    ResponderExcluir
  29. o coração sempre arrasa a razão! Ouça o que eu digo não ouça ninguém é um cd imprescindível pra mim, poderia falar horas do quanto gosto e do que gosto em cada música, mas o final, com "variações sobre um mesmo tema" é sem dúvida, espetacular! O coração nunca cansa da canção!!!!Ansiosa pela twittcam, 1berto vc é mto abençoado cara, tenho o maior orgulho de ser de fé!

    ResponderExcluir
  30. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  31. "OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM" Foi meu primeiro LP,Tinha apenas 13 anos,comprei numa loja de discos usados, tinha ido ao dentista no centro de Fortaleza e na volta pra casa, ví uma loja de discos usados, entrei e dei de cara com: OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM, não pensei duas vezes, comprei,cheguei em casa feliz da vida! Nem lembrava mais do barulhinho chato do motor do dentista.Tenho ele até hj...
    Obrigada 1Berto, por fazer parte da trilha sonora da minha vida!!!!
    Cheiros
    Luziara Lavôr

    ResponderExcluir
  32. É incrivel como você consegue traduzir coisas tão simples e bonitas com as palavras. Isso me faz esperar que toda segunda vire terça-feira logo, pra que eu possa re-descobrir esse mundo simples sob a pespectiva do 1berto. Me veio lembranças da primeira música que ouvi do disco: "Cidade em Chamas". Os versos "As chances estão contra nós, mas nós estamos por aí, a fim de sobreviver" tomamram minha mente por muito tempo. Depois veio "Variações Sobre Um Mesmo Tema", a homenagem à uma das minhas bandas preferidas, o Pink Floyd. O mais irônico da música talvez seja aquela voz "assustadora" à primeira ouvida que diz: "Não tenha medo. Nem tudo tem explicação. Há mistério em quase tudo, nem todo veludo é azul". Depois vieram "Sob o Tapete", "Tribos e Tribuinais" e quando percebi ouvia o disco a cada momento livre no dia. Agora,com memórias frescas sobre o disco, aguardo a Twitcam da Quarta-feira.
    Abração 1berto!

    ResponderExcluir
  33. na decada de 80 as coisas demoravam muito p sair do eixo sul/sudeste e chegar até aqui no NE...realmente o OUÇA veio junto com o ALIVIO...e eu confundia as musicas, os albuns...mas lembro que CIDADE EM CHAMAS era a unica q eu sabia q era do album vermelho...é a musica q eu não me canso de ouvir...é uma música forte e vai crescendo...arrepia!qnd vc tocar Cidade em Chamas pode ter certeza q vai ter uma guria de olhos brilhantes a milhares de quilometros de distancia.

    ResponderExcluir
  34. Teria sido este fósforo que deixou a Cidade em Chamas? Acho que em 88 vc estava com complexo de Nero! Sou de 86 e vim a ouvir este disco muito depois mas curto cada uma das músicas sempre que tocam no random do meu engepod!

    Contando o tempo pra twittcam!

    ResponderExcluir
  35. Humberto, Ouça o que eu digo é, ao lado de GLM e O Papa é Pop, o meu preferido dos preferidos (aliás, seria possível uma seleção da seleção?). Sempre pensei ele como um disco conceitual, todas as canções parecem tratar do mesmo tema, que seria uma busca por independência, um processo de individualização (para citar Jung... A propósito, já viu o filme sobre ele que tá no cinema?) que ao mesmo tempo nos separa e nos insere no mundo externo. Nunca se sabe, Tribos e Tribunais, Pra Entender, A Verdade a Ver Navios, Sob o Tapete... Todas elas abordam diferentes aspectos de uma mesma caminhada.

    Super ansioso pela Twitcam. Que você continue a nos fascinar.

    Grande abraço, Valter

    ResponderExcluir
  36. Conheci o "Ouça o que eu Digo..." através de um programa na rádio 89 FM, aqui de São Paulo. Foi uma entrevista com a banda, comentando e tocando quase todas as faixas do disco. Eu gravei numa fita cassete, e escutei bastante. No meu aniversário pedi o disco de presente pra meu amigo João. Ele foi na loja e - por conta das capas parecidas - por engano comprou o cassete da Revolta dos Dândis. Fiquei ao mesmo tempo desapontado de não ter ganhado o disco que eu queria e contente por ter conhecido mais um grande álbum da mesma banda que até então eu estava conhecendo...
    Comprei o Ouça o que eu digo alguns meses depois, em vinil.
    Até hoje sinto falta daquela sonoridade onde o arranjo tinha que compensar a falta de integrantes. Os 3 tinham que se desdobrar pra soar como 5, e por isso o discurso musical acabava sendo mais criativo... Por isso acho que marcou tanto.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vc tem essa cassete ainda? Manda prá mim, eu converto para mp3. Abraços, Emerson Rickenbacker/RJ. =)

      -------

      "Conheci o "Ouça o que eu Digo..." através de um programa na rádio 89 FM, aqui de São Paulo. Foi uma entrevista com a banda, comentando e tocando quase todas as faixas do disco. Eu gravei numa fita cassete."

      Excluir
    2. Oi Emerson, Tenho duas fitas em VHS com vários programas que os engenheiros participaram, gostaria de enviar para alguém que possa colocar na internet, para compartilhar com é fã, youtube, eu acho. Vc faz isso tb? Se positivo, me manda um e-mail: vivian.alvess@hotmail.com Valeu

      Excluir
  37. Conheci engenheiros através de uma fita k7 gravada por um vizinho de prédio. Adolescente recente, não tinha hábito de ouvir músicas; só jogava bola, até então. Essa fita inaugurou minha relação com a música e com a banda. Seu repertório era uma coletânia com os maiores hits do LDDC até o VV. Do Ouça tinha apenas a música título e Somos. Essa fita virou uma obsessão e passei a ser um devorador voraz dos discos da banda na sequência GLM, PAPA, FGCA... Ou seja, ouvi Pra Entender na versão acústica antes da versão original! As músicas do Ouça sempre tiveram uma atmosfera meio obscura pra mim. Ouvia aquele vizinho escutando umas músicas desconhecidas pra mim de ENGHAW e ele me explicava que eram do " disco vermelho"... Só conheci o Ouça na íntegra um pouco depois... E fiquei fascinado pelo som "rock 'n roll" daquele disco obscuro...

    ResponderExcluir
  38. ACHO QUE NUNCA LI UM TEXTO TÃO FASCINANTE QUANTO ESTE, SABER DA HISTÓRIA DE UM DISCO QUE OUVI TANTAS E TANTAS VEZES AINDA NOS VELHOS TRENS DA ANTIGA FEPASA, QUANDO EU VIAJAVA PARA A CASA DOS MEUS PAIS (sai de casa aos 17 anos) CHEIO DE SONHOS E PLANOS QUE POR ALGUM MOTIVO 50% DELES NÃO SE REALIZARAM AINDA, EU IA CANTADO COMPOSIÇÕES QUE NA ÉPOCA ERA ATÉ DESCONHECIDA POR MUITOS COMO POR EXEMPLO."Cidade Em Chamas" - "Nunca Se Sabe" "Somos Quem Podemos Ser" E MUITAS OUTRAS,ATÉ ALGUMAS MINHAS MESMO COMO "a estrada dos sonhos perdidos" "fio de prumo" "homero"...NUNCA CONSEGUI GRAVAR MAS ACHO QUE TUDO TEM UMA RAZÃO OU NAO .NÃO SEI SE SOUBESSE DIRIA SEI LÁ...MINHAS MEHORES COMPOSIÇÕES ESCOLHI PRIMEIRO O NOME DA CANÇÃO,FUNCIONAVA COMO UM NORTE NA COMPOSIÇÃO MAIS DEPOIS PECEBI QUE NUM TINHA NADA A VER COM O QUE EU ESCREVIA
    BASEADO NO TEMA AI QUE FICOU LEGAL FOI ASSIM EM "dias de chuva" UMA CANÇÃO QUE ESCREVI EM RIBERAO PRETO A 200 KM DE CASA NA CHUVA FRIA DE UM MÊS MAIO E ACABEI ME INSPIRANDO EM A AMYR KLINK UM CARA QUE ADMIRO PELA CORAGEM DE ENFRENTAR O MAR EM NOME DA LIBERDADE DE UM HOMEM, ESTRANHO MAS TODOS NÓS TEMOS UM POUCO DESSA LOUCURA ESCONDIDA NOS ARQUIVOS.EXE DA ALMA, EMFIM NA LINHA DE RACIOCÍNIO QUE QUERO VOLTAR "ouça oque eu digo..MARCOU TODO UM COMEÇO, QUE BACANA EU NO COLÉGIO COM AQUELA CAMISETA SÍMBOLOS E ENGRENAGENS DO VELHO ROCK GRANDE DO SUL, ANDANDO PELAS RUAS CANTANDO cidade em chamas E PROCURANDO UM SENTIDO PERDIDO EM ALGUM LUGAR "cantos de sereia no mar" VALEU GESSINGER VC Ñ TEM NOÇÃO QUE AQUELES CARAS ESTUDANTES DE ARQUITETURA FEZ PRO ROCK BASILEIRO MESMO QUE SEM QUERER SABEMOS DISSO, QUEM DIRIA QUE UMA BANDA QUE ESTREIAVA NO ROCKRIOI TOCARIAM NO II CARA VALEU MESMO NÃO CONSEGUINDO GRAVAR MINHAS MÚSICAS, MINHA BANDA ORIGINAL CHAMAVA-SE 011 depois veio missionários errantes e hj ERRANTES TALVEZ ERRAMOS MESMO E NÃO DECOLOU MAIS NO LUTA "pra frente é que se anda ver a banda passar... valeu HUMBERTO valeu IRMÃO MAIS UM DE FÉ NA CORRERIA DO DIA A DIA *QUANDO LI MINIóRAFO O CHEIRO DE ALCOOL ME INVADIO A MENÓRIA
    *AMO TANTO A VIDA QUE SE FOSSE PRA NASCER E VIVER APENAS UM MINUTO POR ESSE UM MINUTO MESMO ASSIM EU NASCERIA" canção céus de viaduto missionários errantes 2003

    S E M F I L T R O N A V E I A....COMMANDODELTA SJRP SP
    LOUCO DE SATISFAÇÃO LONGE DEMAIS DAS CAPITAIS...QUEM SABE UM DIA..... valeu gessinger !!!! o melhor texto que já li

    ResponderExcluir
  39. " um palito de fósforo no momento do início da chama, quando ela parece mais rebelde e incontrolável, antes de virar aquele foguinho domesticado."

    Quando terminei o texto, a primeira coisa que fiz foi ir até a cozinha fazer na pratica o que está escrito nesta parte que destaquei. Só então percebi a foto do Humberto, mas minha sensação fazendo isso foi demais.

    Abraço !

    ResponderExcluir
  40. Sem palavras. Sempre surpreendendo a gente com teus textos. Cheguei tarde hoje, também postei à virada da Segunda para Terça...amanhã vai ser incrível a Twitcam, tenho certeza! Aqui é presença garantida e violão/teclado do lado pra acompanhar! Abs pra todos os De Fé como eu, e um ainda mais especial pra ti, Grande Humberto! Até Quarta! %Vou dormir pensando nesta tua frase, e no clima de esperança que tu deixou no ar pra gente: "Neste disco apareceram nossas primeiras parcerias. 3 canções. Ao todo fizemos 11. Espero que esta conta não esteja fechada." Eu espero sinceramente, torço, pra que essa conta seja reaberta e aumentada.

    ResponderExcluir
  41. "ffffFFÓSSSSSSFOROoooooo" - Bom Erro! aaaaAAÁHHHaaa

    ResponderExcluir
  42. Acho que não vou me atrever e escolher o melhor disco dos EngHaw, pois cada uma emana algo especial. Com o “Ouça o Que eu Digo” não é diferente. Lembro-me de este ser um dos últimos discos que me “pegou na veia”, embora tenha uma penca de músicas clássicas para qualquer oitentista-br, tais como “Somos Quem Podemos Ser”, “Tribos” e a que dá nome ao álbum.

    Depois que eu comprei (com muito suor) aquela afamada latinha com a coleção da banda, me dediquei à audição detalhada dos discos (todos, sem exceção). E veio a hora do Ouça o que eu Digo. Minha impressão à época – e que permanece – é a de que esse é o disco, talvez, que vcs imprimiram com maior propriedade a performance PowerTrio. Músicas como “Tribos” e “Sob o Tapete” mostram isso.

    Como todo fã, tenho a minha música de estimação e a desse álbum, hoje, é “Cidade em Chamas”, que estranhamente passei a admirar depois de uma versão ‘animal’ que vocês fizeram dela na turnê do Surfando Karmas, que passou aqui por Manaus.

    Aliás, da última vez que você passou por aqui com o PoucaVogal, em 2009, fui pegar o autógrafo na capa do FMGA num cursinho de inglês da cidade e meio que na surdina pedi pra vc voltar à tocá-la em shows... #ficaadica

    O disco tbm tem coisas bem sutis e interessantes como a fonte das letras (genial) e a estranhíssima, e por isso, interessante “Variações”, com o Licks nos vocais (!?!). Somada à letra e à mudança extrema de ritmos ao longo da faixa, torna ela uma das mais nonsenses do rock nacional.

    Enfim, um disco histórico. E naquela época tudo durava 30 minutos (muito?!) rsrs

    Um abraço.

    (@jr_afonso)

    ResponderExcluir
  43. O Licks muito interessante mesmo, principalmente de se ver tocar. Nos vídeos de shows que assisti, ele é uma figura muito curiosa. Inabalável. Não só tu espera que a conta das parceiras não esteja fechada. Sempre renderam ótimas músicas.
    Belo texto, mestre. Boa semana! :)

    ResponderExcluir
  44. AQUELA RISADINHA ANTES DA MÚSICA "OUÇA..." É CLÁSSICA.
    ESSE FOI O PRIMEIRO DISCO QUE EU COMPREI NA MINHA VIDA.
    LEMBRO QUE CHEGUEI A FICAR COM A CONSCIÊNCIA PESADA, POIS PENSAVA QUE DEVERIA TER INVESTIDO O MEU EXÍGUO DINHEIRINHO EM UM GÊNERO DE PRIMEIRA UTILIDADE. NÃO LEMBRO QUAL ERA A MOEDA DA ÉPOCA: CRUZEIRO, CRUZADO NOVO, CRUZADO VELHO... NÃO SEI. SÓ SEI QUE EU OUVI AQUELE DISCO MAIS DE 1000 VEZES. NÃO PODERIA TER TIDO INVESTIMENTO MELHOR.

    ResponderExcluir
  45. Humberto, sou muito fâ do engenheiros(e suspeito pra falar). Você falou do Licks e de sonhos nesse post, pois é, vês por outro sonho que estou vendo um show do GLM ao vivo, sério! Entendo que não é assim abruptamente que se consegue reunir-se com três pessoas na mesma placenta, até pra não ficar com cara de reunião caça-níquel, te entendo perfeitamente e te apoio, porém, tenho que lhe falar, tendo medo de morrer e não ver esse show.

    Davi Portácio
    daviportacio@hotmail.com

    ResponderExcluir
  46. Ouça o que eu digo... foi o primeiro disco dos Engenheiros que eu ouvi inteiro. Estava no carro dos meus pais estacionado quando vi dois garotos passando com o disco. Saí correndo atrás deles. Foram os primeios fãs que eu conheci (além de mim)... me tornei parte da turma. Minha primeira turma na adolescência. Ouviamos este disco deitados no chão da sala, curtido palavra por palavra, nota por nota...

    ResponderExcluir
  47. Vanilce Nascimento -Bh10 de abril de 2012 08:23

    Olá Humberto! Quero dizer que adoro esse disco, que pra mim é um dos melhores que vocês já criaram. Tem o sabor dos meus 17 anos, de uma fase muito boa da minha vida. Eu simplesmente adorava vocês três juntos e fiquei muito triste quando o Licks saiu. Ele fazia toda a diferença na guitarra. De todas as bandas na época os Engenheiros passavam mais credibilidade, sei lá, mais qualidade de som. O Augusto nos dava a impressão de saber mesmo o que estava fazendo. No mais é matar a saudade ouvindo sempre o OUÇA. Beijos.

    ResponderExcluir
  48. Acho que "palitos de fósforo" se perderam pra colocar uma "cidade em chamas", ou talvez foram varridos e estão "sob o tapete". "Desde quando?", "Nunca se sabe"... "pra entender" é preciso ver "a verdade a ver navios". Então "ouça o que eu digo: não ouça ninguém", nas "tribos e tribunais" as "varições sobre um mesmo tema" andam dizendo apenas uma coisa: "somos quem podemos ser", nada além disso.

    o/

    ResponderExcluir
  49. (*) Gosto de entrar em campo com um plano de jogo traçado. A vida, às vezes (quase sempre), nos leva a rever ou até ignorar esses planos. Mas isto nunca me pareceu justificativa para não fazê-los. Nunca pensei em planos como uma prisão, sempre os vi como sonhos. Desconfio de pessoas que valorizam muito a espontaneidade. Coloco no mesmo time das pessoas que falam muito de amor, fé... São coisas que não se busca: elas, simplesmente, são. São desde sempre. São antes de se pensar nelas.

    Pow show de bola esse parágrafo.
    Ouça o que eu digo fui ouvir exatamente em Julho de 2008 em uma fita K7 gravada por um amigo que tinha toda a discografia da banda, quando ouvi este disco a música que me chamou atenção foi Cidade em Chamas e sob o tapete, é um disco que tem uma musicalidade bem diferente do segundo e primeiro em minha opinião, em minha opinião ele seria o início do disco o papa é pop, juntos me parecem discos semelhantes.

    ResponderExcluir
  50. Parabéns HG....! Tempo pontual semanal, que inflama textos das 24:00 à 01:00!

    Resgata esta música e coloca no próximo cd do EW, pois palitos de fósforo será um estouro emanando luz a todos os fãs.
    Se num dia está no lixo, no outro estará no disco.

    Abraços...

    @guiortolan

    ResponderExcluir
  51. A primeira vista o oximoro no título do CD me deixou curioso. Como assim "ouça o que eu digo: não ouça ninguém"? Mas depois fez todo o sentido ouvindo. Acho genial essa sacada. Só tem outra tão legal quanto essa:em uma música(não me lembro do nome agora) em que duas vozes falam ao mesmo tempo "problemas sempre existiram(ão)". Cara arretado!

    ResponderExcluir
  52. Quem conhece o conto de fadas: "A menina que vendia fósforos"?

    É um clássico.

    E a história é linda. Queria poder dizê-la aqui. Mas prefiro que a leiam. Vale a pena.

    Humberto, que tal tocar a canção esquecida qualquer dia desses? Muitas chaminhas se acenderão, mais ainda.

    Grato e até amanhã... :D

    ResponderExcluir
  53. É um disco maravilhoso. Tudo o que um garoto de 14 anos – a idade que eu tinha na época – gostaria de ouvir. “Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão/ Um dia me disseram quem eram os donos da situação”. Temas como o amor, a dúvida, a perda da ingenuidade, os dilemas da vida, a incompatibilidade com o mundo, enfim, todas as minhas aflições estavam ali. E ainda havia a bateria demolidora do Maltz e a guitarra dedilhada com toda a precisão que marca a trajetória do Augusto, além do teu baixo Rickenbacker, inesquecível. É um grande trabalho dos Engenheiros, que marcou profundamente a minha adolescência e o resto da minha vida.

    ResponderExcluir
  54. Belo texto, como de costume. Um dos meu discos favoritos.

    ResponderExcluir
  55. Comprei esse disco aos meus 16 anos acho...pra mim, dos ''antigos'' é o que mais me deixa com a sensação de estar em casa...confortável...não sei pq...tenho essa mesma sensação com Minuano...e um pouco de tchau radar...todos têm letras fortes, porém me dão uma sensação de conforto, de leveza, de se sentir ambientado....os outros são mais ''difíceis'' de ouvir...Engenheiros começou a criar sua identidade nesse disco, acredito, mesmo achando os dois anteriores sensacionais. Enfim...mistérios ehehe...mas genial, genial mesmo...tão velho e tão novo...parece um fusca conservado...antigo...mas com a pintura e os cromados vivos demais..assim é o OOQEDNON

    ResponderExcluir
  56. "Mas o cigarro acabou enquanto eu decidia se o vício valia ou seria difícil demais!!"

    Cara, lembro dos meus bons tempos quando pegava a estrada sozinho com um maço de cigarros e uns cds dos engenheiros e seguia ouvindo e cantando na maior altura! Valeu Gessinger! Hoje não estou mais sozinho e o vício deixou de valer a pena! Mas valeu! - Somos quem podemos nessa cidade em chamas! mas espere aí! ouça o que eu digo não ouça ninguem! venha conhecer minhas variações sobre um mesmo tema, estou navegando sob o tapete avistando a verdade a ver navios quem diria? tribos e tribunais ficaram p/ trás.

    ResponderExcluir
  57. Nessa questão de forma/conteúdo você é mais engenheiro do que arquiteto =)

    ResponderExcluir
  58. "A Menina que Vendia Fósforos" tinha muito mais para queimar e no fundo da cesta, uma estrela: seria uma canção?

    "Palitos de Fósforos" que venha então, e assim, Humberto - amplie os horizontes de nós amantes de iluminação.

    Parabéns,

    ResponderExcluir
  59. Ouça o que eu digo chegou através de outros discos... ouvi músicas do disco antes em Alivio Imediato e Filmes de Guerra, Canções de Amor.

    Meu primeiro disco em real time, ainda na infancia, foi o Papa é Pop(historia para a Twitcam do Papa é Pop) posterior ao OQDNON... depois tenho lembrança de momentos (entre meus 10 e 15 anos) do Varias Variaveis, Filmes de Guerra, o lancamento de GLM com Ninguem=Ninguem, até chegar ao Simples de Coracao e meu aprofundamento de fã de fé(ainda preciso deixar esta historia no texto da twitcam do disco).

    Só com este aprofundamento fui descobri o quanto o "disco vermelho" era bacana.

    Gde abraco,
    FC

    ResponderExcluir
  60. ouça o que eu digo nao ouça ninguem!!! parece ate uma tentativa de hipinoze do tipo "compre batom, compre batom"!!! mas nao se prenda a primeira impressao, isto e HG, ouço o que ele diz nao ouço ninguem!!!vlw

    ResponderExcluir
  61. Acho o Ouça, o disco mais injustiçado dos Engenheiros.
    Tem vários clássicos da banda, mas raramente(ou nunca) é citado entre os 3 favoritos dos fãs da banda.

    Lembro das entrevistas da época de lançamento e vc dizendo que: " Revolta dos Dãndis e Ouça, eram um disco duplo, de um país subdesenvolvido. Pois, foram lançados separadamente."

    Aqui no RJ, várias músicas ficaram entre as mais executadas, nas rádios pop/rock (Cidade e Transamérica). Ouça, Somos, Nunca e Tribos.
    Lembro de ir a festinhas americanas (Quem tem menos de 30, não sabe o que é isso. rsrsrsrs) e Tribos & Tribunais colocar todos prá dançar.

    Somos Quem Podemos Ser é a favorita do disco e figura entre as 3 composições suas, que mais gosto. A melodia dela é linda e o Augustinho soube valorizar ainda mais.

    Fui ao show de lançamento no Canecão. 2º show que fui da banda. Aliás, esse show foi filmado pelo pessaoal do FC Além dos Out-Doors e postaremos no You Tube, logo após a sua twitcam. Vou te passar o link e vc retuíta para todos os seguidores. É uma apresentação espetacular.

    Saudações Rubro-Negras.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cara, lembrei de um fato muito louco, referente ao disco.
      Deixei de ir a um jogo do Brasil no Maracanã,das eliminatórias da copa do mundo de 1990, para economizar dinheiro e comprar o disco.
      E sorte minha, pois esse jogo foi Brasil 1x0 Chile. Aquele da "fogueteira" Rosenery e que foi interrompido, devido a farsa do goleiro Rojas.

      Excluir
    2. Humberto disse uma vez, que sonhou com a melodia de Somos Quem Podemos Ser.
      Por coincidência, ou não, o clipe da música, remete a idéia de um sonho. Linda canção. Não canso de ouvir.

      http://www.youtube.com/watch?v=z4F5tR0_ZVM&feature=relmfu

      Excluir
    3. Vídeo do show de lançamento do disco Ouça O Que Eu Digo:Não Ouça Ninguém.

      Canecão/RJ, Fev/1989.

      http://www.youtube.com/watch?v=LGjl1A8ii0A&feature=youtu.be

      Excluir
  62. OUÇA O QUE EU DIGO : NÃO OUÇA NINGUÉM
    é um disco meio misterioso... vejo varias vezes de modos diferentes as letras...mas com certeza minha música preferida dele é Nunca se Sabe, a letra é sensacional, também tem Tribos e Tribunais e Sob o Tapete que são ótimas...assim como o resto do cd, mas tenho uma paixão especial por essas 3 músicas.
    O disco realmente emociona, é de arrepiar, realmente.

    "Desde quando ordem e progresso nos levarão a algum lugar?"

    ResponderExcluir
  63. Cristiano Martins10 de abril de 2012 13:41

    Humberto, comprei este CD (sim, já em cd) qdo tinha 14 anos de idade. Hj com 33, obvio que eu o escute com outros ouvidos. Exceto por "variações de um mesmo tema", que ainda considero um de seus melhores trabalhos e uma das musicas que mais me encanta no cenário nacional. Abraço, direto aqui de BH, a segunda casa dos Enghaw.
    Cristiano Martins

    ResponderExcluir
  64. Em 89 (acho) eu tinha 10 anos e todo domingo ia a missa das 10h, a missa das crianças, na igreja Matriz de Barbacena/MG. Me lembro vagamente de um domingo, saindo da missa com a minha mãe, passamos numa loja de LPs (antiga Andrade Discos) e minha mãe me disse: "Escolha um disco que amanhã eu compro pra você." A loja não abria aos domingos e só víamos os discos pela vitrine. Entre discos da Xuxa, Balão Mágico e outros, apontei para um disco de capa vermelha e disse "Quero aquele vermelho." Minha mãe, sem muito entender, respondeu: "E desde quando você gosta de Engenheiros do Hawaii?". Eu, sem saber a resposta, fiquei mudo. Fomos para casa e na segunda, nenhum disco me foi presenteado.

    Essa é minha lembrança mais antiga com a banda.


    PS: Vale ressaltar que minha mãe não foi só vilã na minha história com EngHaw. Anos depois ela me presenteou com vários CDs, camisas... E até hoje, vez ou outra, ela me liga pra falar: "Você viu que o Humberto vai estar na TV?"

    ResponderExcluir
  65. Esse disco é muito bom. A critica social é o que mais me chama a atenção. Parabéns pelo seu lindo trabalho\arte HG. Entro nesse blog todos as segundas\terças. Parabéns mesmo.

    ResponderExcluir
  66. É estranho como este disco é o que eu menos ouço, não que eu não me identifique com ele ou coisa do tipo, até porque em termos de qualidade não perde para os demais, parece uma viagem o que eu vou dizer, mas é como se eu não estivesse pronto pra ouvi-lo. mas enfim, amanha terei a aportunidade de conhece-lo um pouco mais, apesar de que estarei vendo o jogo do cruzeiro (com a tv muda) simultaneamente com a twit...

    ResponderExcluir
  67. Ouvi o Ouça o que eu digo...tardiamente. Quando já tinha descoberto os EgHaw (também tardiamente). Comprei o vinil. Deve ter sido em 91. Achei clássico. Acho até hoje a sonoridade dele diferenciada, o uso de intertextualidades nas letras. Fiquei chapado na hora. Acho a primeira ópera rock da banda. Um disco com início, meio e fim. Que não deve ser ouvido nunca no modo shuffle. Me perguntei e me pergunto até hoje porque Cidade em Chamas não estourou nas rádios. Deve ser porque quando o disco estava ganhando asas, veio o Alívio Imediato. Naquela época 1 ano parecia demorar bem mais e os Engenheiros lançavam um disco por ano. Cidade em Chamas virou um eterno lado B.

    ResponderExcluir
  68. Nem preciso falar do mistério desse álbum. Mas pra mim sem duvida é um dos melhores, foi lançado quando eu tinha apenas um ano de idade e ainda assim se mantém atual, pelo menos pra mim. Musicalmente acho um disco “oitentista”, as batidas “punkeadas” de ”sob o tapete”, “desde quando” e “tribos e tribunais” inspiram a insatisfação e ao mesmo tempo as letras também são mais concêntricas como em “A verdade a ver navios”, “ variações sobre um mesmo tema” e “nunca se sabe”.É inexplicável a sensibilidade de Gessinger.
    “ Nunca se sabe” foi uma musica feita pra mim, me identifico de uma forma que chega a dar medo do Humberto, rs...

    ResponderExcluir
  69. Meu caderno da escola tem frases de músicas suas no rodapé, no centro, na pauta, no espaço em branco, nas linhas limitativas vermelhas, na frente e no verso. Acho que, como disse um comentário acima vou estudar "Engenharia Hawaiiana", afinal, "somos quem podemos ser..."
    Ah, e eu achei a "ponte pro horizonte no meu quintal". Responde meu comentário 1berto, por favor, por favor...
    Há 72 comentários melhores que o meu, mas "força não há capaz de enfrentar
    uma idéia" e eu saltei na "janela de oportunidade que abriu"...

    ResponderExcluir
  70. ... Vou aproveitar esse palito de fósforo pra acender as velhin... Ops! as velinhas do meu bolo de aniver (10/04), (http://twitpic.com/986wyy)!!!! Estou comemorando em grande estilo, blog e twitcam: "Ouça o que eu digo: não ouça ninguém" .... (onde tudo começou pra mim há uns vinte poucos anos atrás: http://twitpic.com/986wf1)... Dedico todo esse sentimento/emoção (que me toma): "alegria" e "muita, mas muita saudade" ... aos amigos que fizeram parte desse momento tão singular na minha estória... Alguns ainda presente, outros não tenho mais contato e em especial ao Silvano (responsável pelo violão - teve que aprender tocar "Cidade em Chamas" na marra rsrsrs... nos encontros do fã-clube) que infelizmente, não está mais entre nós... Só tenho agradecer ao GLM pelas músicas que uniram tantos adolescentes, jovens, na época e que de alguma forma continuam unindo!!!!
    Obs: segue as fotos sem flash (http://twitpic.com/986wms) que comentei num post anterior (Os hippes...) rsrs no Aeroporto Afonso Pena em São José dos Pinhais / Curitiba - Pr em 1990 ...
    Valeu, Humberto!!!!

    ResponderExcluir
  71. É UM DOS GRANDES DISCOS DA BANDA, DAKELES QUE FALAM POR ELA, BEM RESOLVIDO, RÁPIDO, DIRETO, ÓTIMAS CANÇÕES(CIDADE EM CHAMAS, QUEM DIRIA, SOB O TAPETE..)TEM UMA SEMLHANÇA COM O DANÇANDO NO CAMPO MINADO,MAS COM SONORIDADE MAIS SOFISTICADA E FORTE DO QUE O SEU PRIMO MAIS NOVO, É UM DOS DISCO QUE DA P VC DIZER A ALGUÉM " QUER CONHECER ENGENHEIROS DO HAWAII?? ESCUTA ESSE AQUI"

    ResponderExcluir
  72. Ganhei esse disco de presente das minhas amigas.Coincidentemente, vou ganhá-lo novamente, amanhã, pq faço aniversário no dia 12. É um dos que eu mais gosto. Delicioso de se ouvir. Qto ao Licks, sem desmerecer ninguém, mas na minha opinião, ele é o melhor guitarrista de todas as formações da banda. Dava pra notar nos shows que ele era bem caprichoso e muito concentrado na arte de tocar, e toca muuuuuito!! Tomara mesmo que vcs façam mais trabalhos juntos e toquem em Sampa, pq o PV veio poucas vezes para SP.
    Se puder, me manda parabéns amanhã ao vivo na Twitcam??!!rsrsrs
    Valeu Humberto, abraços aos DeFé, até amanhã, companheirada!!

    ResponderExcluir
  73. Esse final de semana comprei uns velhos discos do Engº. O "A Revolta..." e "Várias...". Agora a trilogia se completa em minha cabeça e minha estante... Lado a lado com meus 30 e poucos discos do Pink e outras pérolas progressivas. Que lugar pra ficar hein Humberto! Abç amigo.

    ResponderExcluir
  74. 1ºMuito se aprende lendo teus textos.
    2°Trabalho num estudio de gravação que tem um desses tascam até hoje em perfeito estado.

    3° Sinceramente, gostaria demais que essa música tivesse sido gravada... Não sei explicar porque, é estranho saber da existência dela e saber que não entrou no disco. (Seria legal toca-la na na twitcam amanhã, né.

    4° Espero que o Augusto leia esse blog, (Acho que vocês dois tem muitas músicas boas a fazerem juntos ainda....)

    5° Quando comprei o Disco Ouça O que digo... Ouvi muitas mas muitas vezes em ultimo volume a música : Cidade em chamas...Tem uma coisa nessa música que prende meus sentidos até hoje e nunca descobri o que é. Nem é a letra, mas toda musica em sí. Adoro a base dessa música, gosto do disco inteiro...Sobretudo essas cidade em chamas e variações sobre um mesmo tema.

    6° Parabéns! pelo texto

    ResponderExcluir
  75. Deste disco lembro de ter comprado tardiamente. Sem letra, ficava tentando entender o fim de Variações do mesmo tema.
    Descobri o que significava black tie com o disco. Meus pais, mais simples, não souberam me dizer.
    Anos mais tarde consegui o LP com a contracapa e letras.

    Vi na casa de Andrews&Bola a capa recortada de que fala aqui no texto. Não sei se era o "boneco" do que iria para gravadora.

    Risque este fósforo, tente reescrever a canção e toca la na cam.

    Disco bom de ouvir alto, no carro, ou em casa.

    ResponderExcluir
  76. Voltei!
    Como ia esquecer?
    È nele que tem Somos quem Podemos ser. A canção que ouvi aos 12 anos no sistema de som do pequeno e pacato shopping de Jundiaí. Não sabia de quem era mas achei a coisa mais linda. Nao podia ser uma banda de rock. O locutor ao final tirou a dúvida. Engenheiros do Hawaii! Abanda que eu ia aprender a gostar 1 ano depois. e que me acompanha ja ha 20 anos, ou melhor que eu acompanho de perto ha 21 anos.

    ResponderExcluir
  77. ME VEJO NESSE ESTÚDIO ENTENDENDO DE INSTRUMENTOS E DANDO OPINIÃO NOS ARRANJOS(MAS UM DIA CHEGAREI LÁ). PRA QUE LER MANUAL QUANDO SE ENTENDE DO ASSUNTO? JÁ CATEI COISAS NO LIXO(INFÂNCIA) E UM DIA VOU ESTÁ NA CAPA DO DISCO( OLHA A PROFECIA AÍÍÍ GEEENTE!) REVENDO A CAPA DÁ SAUDADE E VONTADE DE RIR.
    BACH...BACH? BACH PRA JESUS ALEGRIA DOS HOMENS...http://www.youtube.com/watch?v=KlTm-xG3pO0


    VERY GOOD:Gosto dos comprometimentos da vida real, da relação custo/benefício no design, da influência do travesseiro no sonho. Compor pensando nas limitações de determinados músicos ou formatos (duo, trio, quarteto) mais me estimula do que inibe. O mundo ideal, eu deixo para a outra vida. Gosto dos ruídos desta.
    TAMBÉM GOSTO DA BELEZA DA CHAMA, DO SOM E DO DO CHEIRO QUE DURA MAIS UM POUCO DO MATCHSTICK IN FLAME . MAS PODE ATÉ SER UM TANTO SUBLIME ALGO OU ALGUÉM QUE TRANSMITE AMOR E FÉ PODE SER LEMBRADO ETERNAMENTE:http://4.bp.blogspot.com/-18o-5bTWJLU/T2dxPaDnf7I/AAAAAAAAHUU/fQ2b5j0ewpo/s640/esculturas-de-fosforos3.jpg

    ResponderExcluir
  78. Haha ótimo texto, como sempre. Este com uma pitada de mistério reacendido para os que esperam o reencontro com o Augusto. Talvez reacendido pelo tempo em que se queima um fósforo!

    Não tenho opinião formada sobre a volta de vocês, imagino muito mais algum tipo de parceria, turnê ou qualquer ritual que os façam produzir mais, se é que é possível! Valeuu

    ResponderExcluir
  79. Fui o último disco que eu "conheci" da banda...
    É óbvio que conheci os discos que vieram depois da série gerúndio, mas até então, não sei porque, não tinha ouvido esse álbum.

    Foi um tesão conhecê-lo. Achei-o perdido entre uns do Camisa de Vênus e Titãs do iê-iê-iê em um sebo em Serra Negra-SP.
    Boa surpresa. Se tornou um dos meus preferidos. Como sobrevivi tanto tempo sem conhecer Cidade em Chamas? tsc tsc.

    ía falar mais, mas o patrão tá vindo muito pra minha sala! haha

    Robson, 22. Lindóia-SP

    ResponderExcluir
  80. Fiquei imaginando você falando fósforo!

    ResponderExcluir
  81. Gostei de ver (ler)! Pessoal soltando o verbo! Obrigado pela generosidade de compartilhar.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Valeu HUmberto!
      Cara o anônimo aki tem nome: Edson..
      Teu disco chegou a mim quando eu era o que eu podia ser,
      morava em uma cidade em chamas, pra tu entender, quem diria?, desde quando?? Não se sabe!! São variações sobre
      o mesmo tema sob o tapete de tribos e tribunais..
      Seria a verdade a ver navios?? OUÇA O QUE EU DIGO!!
      NÃO OUÇA NINGUÉM HUMBERTO!! NEM MESMO ESSE ANONIMO Aqui!

      abraços XD

      Excluir
    2. ops anonimo não: Edson!! abraços...

      Excluir
  82. Dentre tantos talentos , mais esse então do fósforo? Todo mundo tem um talento especial ... o meu é... nem tenho, ah sim falar bobagens aqui, rsrs.
    aposto que você sabia né que o jogo do Grêmio seria às 19:30?Vai ser massa...
    adoro o disco e você : eufemismo.
    AAAAAAAbraço!
    Tani Kronbauer
    Joinville SC.

    ResponderExcluir
  83. Aqui o Humberto aparece com a camisa lisérgica, que usou na capa do disco. Ele já havia usado no clipe de Terra de Gigantes.
    Variações sobre o mesmo tema, HG ? rsrsrsrs

    http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=Gs_UzpDEYEI

    ResponderExcluir
  84. Conheci o lp Ouça... através de 1 primo q cantarolava Cidade em Chamas o dia inteiro. Pedi q ele gravasse pra mim numa fita k7 em 1ma loja vizinha da casa dele q era de 1 cara chamado Alencar presidente do fã-clube Cidade em Chamas / Patos de Minas-MG. A Loja chamava-se Pop Som. Ouvi essa fita muitos anos e depois acabei comprando esse mesmo lp do Alencar pois ele iria fechar a loja e desfazer das coisas dos Engenheiros do Hawaii pois tinha virado evangelico. Lembro de conversarmos muito sobre Engenheiros e ele comentar q vc HG havia escrito a frase BACANAL CRISTÃO FANATISMO INDECISO FANATICA INDECISÃO da música Canibal vegetariano... pra ele depois de 1ma carta q ele havia escrito pra vc. Confirma? Nossa parece q foi ontem, parece q chovia. Como o tempo passa. Caso vc combine com o Augustinho alguma apresentação mesmo q única e na lua, não esqueça de avisar com antecedência q estarei lá pra relembrar os bons momentos. Abraço. otacirafonso@hotmail.com/@4belos

    ResponderExcluir
  85. Foram épocas de férias no interior de sampa. Saia daqui da capital pra visitar meus parentes em Lorena/SP. Meu primo já tinha o Lp, aí resolvi fazer a coleção em fita K7,uma capa bem diferente da do disco; lembro de ter comprado numa lojinha lá do interior, se não me engano Diniz Discos...marcou muito minha adolescência AMO: Nunca se sabe e Cidade em Chamas. Aí HG, pq vc não chama o Augustinho pra uma reunião da banda, formação clássica!
    BOA SORTE
    ABÇS!

    ResponderExcluir
  86. Gessinger...adquiri este disco em 1999 em Bento Gonçalves, na época estava tocando muito eu q n amo vc, e tbm comprei este, senti uma diferença muito grande e ficou para segundo plano o ouça, mas com o tempo se mostrou um grande disco e cidades em chama era a mais escutada...Boas lembranças daquela época, da Serra e d td q nos envolvia...
    Valeu,
    Joanes Wagner

    ResponderExcluir
  87. O vagabundo esmola pela rua.
    Vestindo a mesma roupa que foi sua.
    Risque outro fósforo,
    outra vida,
    outra luz,
    outra cor

    ResponderExcluir
  88. 1berto, curto muito suas letras (e o som também!) Sou vocalista de uma banda e uma tentativa de compositor... Enfim, se vc puder dar uma sacada no som da banda te agradeço!
    site da banda: www.bandasdegaragem.com.br/heroisanonimos
    blog: www.heroisanonimos.blogspot.com (no blog estão meus textos "matérias-primas" para as músicas).
    Valew!

    ResponderExcluir
  89. O OUÇA foi um dos primeiros LPs que comprei novo. Em geral, só tinha dinheiro pra comprar em sebo, e inevitavelmente era de segunda mão. Em 1989, com 16 anos, já tocando e tentando imitar os sons que rolavam nas rádios, Somos quem podemos ser, Ouça... até Nunca Se Sabe tocou no "Globo de Ouro", que eu lembro! :-)

    Gosto muito desse álbum, mas meu encanto nele são dois: Variações de um mesmo tema parte III e Pra entender, esta que na "Várias Variáveis", banda cover dos Engenheiros, é uma das que mais gosto de tocar, na versão original do OUÇA.

    Vejam aí como ficou no dia 25/02, num show no America Rock em Taguatinga - DF : http://www.youtube.com/watch?v=QjRV_wPdgkg

    "O que está escrito na canção, ninguém precisa explicar"... :-)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom rever esse post... Uma pena que tiraram o link do YouTube. Que sorte que eu ripei antes, rsrs.... Aproveitem e conheçam esses e outros videos da "Várias Variáveis EngHaw Cover":

      https://www.facebook.com/photo.php?v=503783716303989

      Excluir
  90. Eu e meu irmão esperamos demais esse disco sair. A gente ficava especulando de que cor seria a capa do disco. Um dia meu irmão chegou em casa dizendo que o disco já estava na loja e disse que a capa era verde... fiquei viajando com aquela idéia e depois ele me disse que era mentira, rsrsrs... dias depois estava lá o disco vermelho com buracos na capa. Ainda hoje me pego imaginando a capa do OUÇA O QUE EU DIGO na cor verde. Se bem que o Várias Variáveis veio depois verde do jeito que deveria ser.

    ResponderExcluir
  91. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Mais um discaço da Santíssima Trindade!

      Belas e merecidas palavras direcionadas ao nosso querido Augustinho Licks! Não deixe essa chama se apagar!

      Grande abraço!

      Excluir
  92. ...
    legal..! esse lance da palavra fósforo, é igual a sprite, eu nunca tinha reparado que o nome, é por causa do som que a lata faz ao se aberta...
    ...
    A chama do fósforo é espontânea demais, não tem como saber se vai ser aquele fogo alto e foda, ou vai ser só um estalo e se apagar ...
    """
    você insiste em dizer
    que enxerga na escuridão
    você insiste em dizer
    que controla a situação
    não minta agora, agora não
    """

    Um grande abraço seu 1berto...

    ResponderExcluir
  93. Olha..só digo uma coisa...tava aqui assistindo o Bem Brasil de 99...o Brasil tinha que dar muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais valor pra um cara como Humberto...é uma preciosidade que temos...um dos poucos.....eu sinto orgulho de mim mesmo por gostar de engenheiros..e sinto vergonha dum país que o nivel de educacao das pessoas permita que se ouça o que toca demais hj em dia....

    ResponderExcluir
  94. não sei se o fato de eu ser do interior de sampa mas ADORO este albúm... adorei o post muito bom!!!!
    sucesso sempre bjs
    Ligia CN

    ResponderExcluir
  95. As músicas desse álbum marcaram momentos de conversão em minha vida. A que mais me marcou foi a "Desde quando". Eu estava num ônibus na maior trsteza pelo fim de um namoro, pelas minhas ideologias não terem dado certo, e essa música me fez repensar nas mnhas atitudes. O que eu era e o que eu estava me tornando. Enfim, essa música praticamente me ensinou a 'reviver'.

    Apesar de ter me marcado muito, a que eu mais gosto é a "Variações sobre um mesmo tema" aquele "tu chi tu chi tudá"(sou péssimo em onomatopéias) no começo sempre me arrepia.

    ResponderExcluir
  96. Este disco é uma aula de criatividade do Licks na guitarra !
    Impressionante a parceria do Gessinger com Licks (perfeitas)
    quando eu vi "Espero que esta conta não esteja fechada. "
    correu lagrimas dos olhos , a chama da esperança ainda esta viva !

    ResponderExcluir
  97. OQDNON foi o último disco q ouvi dos engenheiros e se tornou o que eu mais gosto e justamente por ter as musicas menos tocadas. Apesar da 'somos quem podemos ser' ter feito um grande sucesso tem canções ali que nunca mais foram tocadas, tipo 'cidade em chamas', 'a verdade a ver navios'. E nesta twitcam talvez seja a unica vez q ouçamos elas ao vivo pq HG tem musicas novas pra tocar,tem os grandes sucesso pra relembrar nos shows, mas essas canções sempre ficarão no coração dos "DE Fé"

    ResponderExcluir
  98. Este disco é da época em que eu estava começando a ouvir Engenheiros e esperava meu irmão sair de casa para ir até o quarto dele escutar escondida os vinis... (Será que ele sabe disso?!) Eu era uma criança e ele tinha medo que eu os arranhasse. Hoje, emprestamos nossos CDs e DVDs do Engenheiros e do Pouca Vogal um ao outro. Abraços! De fé.

    ResponderExcluir
  99. Lembro-me com muito carinho dessa época, pois para comprar esse disco, tive que passar alguns dias sem lanchar na escola para juntar dinheiro e fui com um amigo na Aki Disco( não existe mais em Recife) comprar o novo disco dos engenheiros(1988). Achava muito legal esses quadrados dos discos e me lembro quando chegou os CD`s fiquei um pouco triste por que ia acabar com esses encartes, que naquela época achava o máximo, mais até hoje tenho do 1º ao 7º disco em vinil dos Engenheiros.

    ResponderExcluir
  100. disco maravilhoso...a primeira vez que o escutei, coloquei pra repetir 14 vezes no primeiro dia...nao consigo ouvir a primeira música sem ouvir o disco na íntegra...

    ResponderExcluir
  101. Discão! nem precisava dizer, né? é do EH.
    Estou escutando ele aqui nesse momento. E acabo de sacar algo que eu não tinha sacado, nem sei se era a intenção do Humberto.
    Ouça o que eu digo não ouça ninguém, afinal eu tenho os meus problemas você tem os seus.
    É legal como começa e como acaba.

    ResponderExcluir
  102. Poxa 1berto,Deus realmente está tocando no seu coração e amolecendo sua alma,não que você não seja humilde,+ nunca deixa transparecer,esse seu jeito de gaúcho alemão fechado mudou completamente.parabens por reconhecer que Licks foi o melhor musico que tocou com você,sem desmerecer os outros é claro.abraços.

    ResponderExcluir
  103. Hummm este foi meu primeiro CD dos EH... Adoooro todas as músicas. "Nem sempre faço o que é melhor pra mim, mas nunca faço o que eu não tô a fim... me obrigue a morrer mas não me peça pra matar..." sempre paro nessa frase...
    Beijos.
    Gabriela Pacífico

    ResponderExcluir
  104. "As chances estao contra nós, mas nós estamos por aí... A fim de sobreviver"
    Desde o início me identifiquei muito com esse disco. Melodia, poesia, rock verdade em 3 minutos. Talvez pelas melodias quase hipnoticas ou simplesmente pq até hj sou um garoto inventando um novo ingles. Sei lá, nunca se sabe... mas nas horas que as bombas caem ao chao, é ele que eu busco. Um refugio. Um resumo: Publico: "bota pra fudeee!!!Resposta HG: VAMO BOTA ;)" Uma avalanche. Parabéns Humberto, Carlos e Augusto. Vcs sempre serao OS ENGENHEIROS DO HAWAII.

    ResponderExcluir
  105. Humberto, já que na próxima twitcam o Maltz está confirmado...Chama logo o Licks, levo fé neste trio!Abração!

    ResponderExcluir
  106. Humberto.... Não sou muito de comentar os textos, até por que acho que vc não chega a ler nada disso a esta altura do campeonato.

    O disco "vermelho" é muito bom. Tribus e tribunais me ensinou muita coisa, pois a partir dela eu (pela idade) soube cedo (com a ajuda do dicionário) O que era Crime passional, profissionais liberais, Facistas de direita e de esquerda, hindus e etc...

    Mas postei mesmo pra dizer o que estou sentindo: Não sei onde isso vai dar mas sinto o cheiro de GL&M vindo por ai mesmo que sem prazo definido.

    Queria muito que o Licks lesse esse blog e entendesse que o tempo passou e que nada é pra sempre, nem mesmo nossos erros.

    Hoje sou amigo de quem passei anos sem falar.

    "As chances estão contra nós, mas nós estastamos por ai, a fim de sobreviver".

    Um grande abraço.

    ResponderExcluir
  107. Li no "Pra ser Sincero" que tinha na gravação da música "Ouça o que eu, digo não ouça ninguém" uma série de palavrões contra meio mundo de gente durante a introdução cheia de frases...

    Jurava que finalmente conheceríamos nessa twitcam! heheheheh Não rolou, mas a twitcam foi sensacional!

    ResponderExcluir
  108. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  109. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  110. Seria muito bom, ver o engenheiros de volta, com o augusto junto, esse papo deve te enjoar, pq o pessoal deve ficar te enchendo o saco, pra que isso aconteça, mas.... rsrsrs
    mas quem gosta do eng, desde o ouça o que eu digo nao ouça ninguem, deve ter vontade de ver tb....

    ResponderExcluir
  111. Saudades também desses 3 juntos...

    http://www.youtube.com/watch?v=k_fHp9dPgA0&feature=related

    ResponderExcluir
  112. Não sei se você tem tempo para ler todos os comentários aqui, mas após ler seu post sobre o OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM, toda a minha adolescência veio como um filme.

    Lembro-me de quando eu morava em Resende (interior do Rio de Janeiro) tinha 9 anos e fui correndo até o orelhão pedir pro locutor da rádio local tocar novamente “Ando Só” e pedi pra ele esperar eu voltar pra casa porque queria gravar a música. E não foi que ele tocou a música? Fez um comentário engraçado, que não lembro agora, e deixou o som rolar.

    Eu tinha uma coleção de fitas da Disney com o áudio das histórias infantis: branca de neve, Pinóquio entre outras. Só que eu tinha acabado de descobrir o rádio e por sua vez o rock dos Engenheiros. Fiquei maluco com a sonoridade da banda e com as letras. E substitui as historias infantis por várias musicas dos Engenheiros, Barão Vermelho, A-há, Cazuza, Led Zeppelin, Gênesis e Pink Floyd.

    Meu pai achou muito legal meu recente gosto musical e dizia: - Esses rapazes dos Engenheiros do Hawaii são muito inteligentes, as letras e as capas são bem legais. Isso mesmo, você precisa ouvir musica boa, que acrescente algo na sua vida, dizia meu pai. E me deu de presente duas fitas K7: Várias Variáveis dos Engenheiros e uma coletânea do Raul Seixas.

    Em dois anos eu já estava ouvindo heavy metal e bandas como: Iron Maiden, Metallica, Judas Priest, Black Sabbath, Skid Row e Helloween explodiam nos autofalantes lá de casa.

    E em nenhum momento deixei os Engenheiros de lado. Certa vez fui à casa de um amigo para gravar uns LPs dele e no meio da coleção “from hell” tinha o OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM, não titubiei e gravei o disco na mesma hora. O amigo ainda perguntou: - Tem certeza que você quer gravar isso? Eu só tenho porque foi a minha namorada que me deu. E disse em voz alta: Claro! Blasfêmia você dizer isso sobre a banda!

    Fiquei ouvindo minha fitinha durante semanas e descobri, que o “OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM” era meu disco favorito!!!

    Era engraçado, porque da minha galerinha “from hell” eu era o único que curtia Engenheiros e não tinha vergonha de dizer e nem escondia os discos da banda...Os únicos discos que eu escondia da galera para eles não saberem que eu gostava era do Alceu Valença e do Zé Ramalho (risos).

    Certa vez na escola, no livro de português tinha um trecho da música “Somos Quem Podemos Ser” para fazermos uma análise poética. A professora perguntou se alguém conhecia a banda ou a música. Todo orgulhoso levantei a mão e na aula seguinte levei a música gravada em uma fita para analisarmos na aula.

    Recordo-me de todos os momentos em que eu chegava da escolha e ligava a TV no Programa Livre ou Matéria Prima e ficava doido quando eram os Engenheiros tocando.
    Infelizmente nunca vi o show da banda e olha que eu sou escolado em shows.


    Tinha me tornado fã número um da banda. E hoje com 33 anos, jornalista, com uma modesta coleção de quase três mil cds, centenas de Lps, dvds e mesmo com todo o avanço tecnológico existente, fiz questão de ter todos os cds da banda, os da fase trio. E não deixo de ouvir nunca Engenheiros. De acompanhar as peripécias musicais e literárias do Humberto, que através da sua poesia musical e de seus dois ex-companheiros de banda transformaram minha adolescência e cultivaram em mim o gosto por música de qualidade e pela cultura universal.

    Valeu HUMBERTO e Cia. :P

    ResponderExcluir
  113. Eu ia até comentar alguma coisa sobre o período deste disco, principalmente por estar em minha introdução ao universo musical/roquenrol/engenheiros e tal... mas me perdi numa declaração sonhada há muito, por muitos "Ao todo fizemos 11. Espero que esta conta não esteja fechada."... eu só posso terminar dizendo "amém"!

    ResponderExcluir
  114. Olá 1berto!

    Muito bom o texto.

    Já te falaram que o jeito que tu escreves é bem peculiar?

    Parece que eu to conversando contigo... Até consigo te ouvir lendo o texto. Acontece o mesmo com os livros.

    Bah! Tri-legal!

    Hoje cheguei em casa e peguei minha mãe ouvindo a twitcam de outubro aqui no meu pc.

    Tu ganhou ela de fã desde Era um Garoto...

    Em um show aqui em Maringá, do acústico eMe Tê Vê ela que começou a gritar o tal "Uh! Engenheiros!"

    Pq o show atrasou e ela dizia: "Fala pro humberto que eu tenho 50 anos e to de salto aqui no meio dessa meninada toda..."

    Morri de orgulho. Hahaha!



    Quando teremos outra twitcam com escolhas das pequeninas engrenagens aqui, chamadas de fãs de fé?

    E Maringá anda precisando de um show aqui. Já estamos com saudade!

    Loucos pra ficarmos em "estado de iluminação".


    Um grande abraço e que toda energia positiva que tu nos passa volte em dobro.




    Thiago Hawthorne

    ResponderExcluir
  115. GLM a melhor coisa q aconteceu com o rock nacional !!!!!! e do mundo!!!!!

    ResponderExcluir
  116. o Humberto pode espernear, pode falar o que ele quiser... o melhor guitarrista que passou pelos Engenheiros foi o Licks!! e ele vai ter que engolir isso. vão me censurar ? rs
    abraço Humberto

    ResponderExcluir
  117. Esse disco é muito Bom nota 10 , Esse GLM Fazia oq pareceia impossivel acontecer ....
    Falando em GLM o Carlos Maltz Mudou muito do que ele era na epoca do GLM , agora ele é o fanatico em pseudo "ciências" , nada contra mas não tem nada haver com EngHaw , Acho que o unico que não mudou Foi o Augusto Licks , continua o mesmo ....

    ResponderExcluir
  118. Adoro esse disco , ganhei quando tenha 12 anos em 1992 ,... gosto muito do Augusto licks nos engenheiros... quero que ele volte... o Carlos que va plantar batata no terreiro de macumba que ele abriu.. rs rs

    ResponderExcluir
  119. Disco com uma sonoridade original como nenhum outro .... valeu por este disco 1berto
    Obs: O Carlos Maltz ficou doido depois que tomou chá do Santo Daime rs

    ResponderExcluir
  120. Devia ser 1989 ou 1990 e eu tinha 8 ou 9 anos. Foi muito antes de eu me sensibilizar com música ou passar pela minha cabeça que EngHaw é uma banda que eu gosto.
    Andando à noite nas ruas do centro de São Miguel Paulista (bairro da periferia de São Paulo onde nasci) com a minha mãe, ela encontra no chão algumas folhas - não me recordo se mimeografadas ou datilografas - e começa a ler. Lembro até hoje de cada verso lido por ela da letra de Somos Quem Podemos Ser.
    Creio que eu já havia ouvido a música e já sabia da existência dos Engenheiros. Mas essa certamente foi o primeiro contato visceral que tive com a banda. Ouvir a letra da música lida, acompanhada do silêncio de uma quase-madrugada fez-me dar conta que música também é poesia, que em música também se diz o que se pensa, que música e poesia podem se associar e também se dissociar.

    ResponderExcluir
  121. ffffFFÓSSSSSSFOROoooooo

    Nesse semestre estou tendo de conviver com matérias literárias voltadas somente à poesia. É um grande desafio para um indivíduo, como eu, que se acostumou à simplicidade complexa e profunda das narrativas de contos e histórias em quadrinhos, preferencialmente. Poesia sempre foi algo meio que distante, aquilo que você não se mete a entender porque sabe que é um terreno complicado de se pisar, coisa para gente grande.

    ffffFFÓSSSSSSFOROoooooo

    Entretanto, pra minha surpresa, estou descobrindo que poesia não é apenas um amontoado de palavras dotadas de sílabas ritmadas, frutos de um jorro de inspiração vomitado pelo famigerado poeta. Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto estão a me ensinar que o verdadeiro poeta é aquele que escreve ciente da sonoridade que produz, bem como o motivo pelo qual usa tais e quais sibilantes.

    ffffFFÓSSSSSSFOROoooooo

    O que ele acende, Herr Gessinger?
    Ou é apenas sonoridade?

    Cada vez mais assíduo leitor.

    Abraço.

    ResponderExcluir
  122. Humberto Gessinger, na minha mais terna lembrança de alguns anos da minha adolecência lembro de estar sempre acompanhado por sua poesia nos momentos de maior solidão, já adulto continuo apreciando a sua forma de me fazer sentir bem ao ouvir suas obras. No passado seria impossível poder dizer obrigado por sua arte me fazer bem, hoje existe a mínima possibilidade de você tar dando um "bizu" e ler esta mensagem, caso isso aconteça quero de imediato dizer muito obrigado.

    ResponderExcluir
  123. Humberto,
    Mt obrigado, também. Comigo não foi diferente: quando mais jovem eu ouvia com muita frequencia os Engenheiros, e hoje, um pouco mais velho, as velhas e novas canções ainda me acompanham.
    Ah, sobre o Augusto, achei massa vc ter dito que espera rolar outras composições. Vcs do GLM marcaram uma época e se ao menos o Licks voltar a tocar contigo seria especial.
    Abs!!

    ResponderExcluir
  124. ACREDITO QUE, SE PORVENTURA, VOCÊS TRÊS FICAREM CARA A CARA, TODO AQUELE DESENTENDIMENTO FICARÁ NO PASSADO. HOJE VOCÊS SÃO PESSOAS MAIS MADURAS. E DE REPENTE ROLA ATÉ UM SOM POR AÍ.
    PARA MIM, QUE FIZ PARTE DAQUELA GERAÇÃO DE FÃS, SERIA O MÁXIMO.

    ResponderExcluir
  125. Na época minha irmã ganhava os discos dos Engenheiros do namorado dela, então no advento do lançamento do Ouça, eu fiquei ancioso em ouví-lo chegando a indagar à pobre coitada sobre seu presente que não chegava, quando este apareceu nas prateleiras de minha estante tive uma impressão que não sei se é a mesma de outros, a de que o Revolta dos Dandis poderia ser um álbum duplo na junção com o Ouça, pra mim ele foi uma continuação Lado B do Revolta, um disco rápido, curto, ligeiro e muito gostoso de se ouvir, a capa foi um ponto alto, as engrenagens, a simetria a fonte usada no encarte foi uma junção perfeita. Enfim foi um disco que ouvi com muito prazer no meu Gradiente DD-1, que continua me servindo e me trazendo grande prazer, inclusive com os álbuns que tenho dessa banda que gosto tanto. Recordar é bom demais.

    ResponderExcluir
  126. Acredito que tudo sejam fases, no caso dos engenheiros...o Humberto começou com guitarra, passou por contrabaixo, teclado, viola, harmonica, voltou pra guitarra...Se a fase Licks voltar, ou a fase Maltz(ou fase engenheiros pro Maltz) ou se nada disso voltar...é porque nunca se sabe...

    ResponderExcluir
  127. Sempre achei Sob o Tapete excelente. Virtuosamente e sonoramente deliciosa. Uma música para os fãs de disco, não de rádio. Mas hoje eu percebi o quanto ela ultrapassa isso. E também se revelou um sentimento refinado por baixo da camada de rock da Cidade em Chamas. Ouvindo o menos da música também se descobre um algo a mais. A Verdade a Ver Navios continua a mesma, continua soando como uma música que ainda não encontrou seu versão definitiva, continua viva, se redescobrindo. A ansiedade que eu tinha pelo lançamento do LP foi modificada, mais de 23 anos depois, pelo sabor tranquilo de se ouvir hoje essa releitura desse álbum tão especial.

    ResponderExcluir
  128. Para mim o OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM não foi... ainda é!

    ResponderExcluir
  129. Todo fã verdadeiro dos Engenheiros sonha com a formação original "Gessinger, Licks e Maltz"... mas se isso não for possível, que surja o novo "GLM - Gessinger, Leindecker e Maltz"... Fica a dica Humberto, se é que já não passou pela sua cabeça. Percebo que o retorno do Maltz tá cada vez mais perto de acontecer!

    ResponderExcluir
  130. Já rodei minha cidade inteira de bicicleta com um amigo para pegar emprestado com um amigo-de-uma-amiga-do-meu-amigo o disco Ouça o que eu digo.... era o disco de vinil (mas não mais com o corte na capa) para podermos gravar uma fita cassete. Gravamos numa TDK preta e me lembro dos estalos do acetato se misturando com o fogo e as sirenes do final de A Cidade em Chamas.
    Adoro as guitarras desse disco.
    Adoro os dois pontos entre as duas orações que compõem o título. São eles que dão o significado e fico puto quando eles são ignorados. Chegou a minha camisa da stereophonica, igual a que o humberto usa na capa. Ela não tem os dois pontos, mas é linda!

    ResponderExcluir
  131. O que vou falar?

    Meu primeiro disco dos Engenheiros foi Simples De Coração quando eu tinha 10.
    Mas o de coração é Ouça O Que Eu Digo... numa surpresa total que meu irmão fez quando chegou com o cd em casa em 1997.
    Até aprendi a tocar tocas as músicas no violão, era um barato.

    'Cidade Em Chamas', 'Desde Quando', 'A Verdade A Ver Navios' e 'Quem Diria' são favoritas sempre!

    Alguns anos mais tarde consegui uma versão em LP, exatamente com as bordas 'rasgadas' por causa do formato da capa haha, mas era legal!

    ResponderExcluir
  132. Sobre a leitura dos comentários: é assim mesmo, não dá pra ter certeza se e como vão ler. Estou acostumado. Há mais de um quarto de século escrevo/toco sem saber se ou como vão ler/ouvir. =)

    ResponderExcluir
  133. Adoro gente criativa e inteligente... Embora os Engenheiros do Hawaii tenha feito parte da minha formação musical (nos quartos de minha casa, ao som do vinis do rock nacional dos anos 80), confesso que o Humberto Gessinger escritor é uma descoberta bem recente para mim. Quando o vi, pela primeira vez, de cabelos longos, em posse de um Rickenbacker, lembrando a figua do Geddy Lee, este foi um sinal de que se tratava de alguém com um gosto musical bem refinado. Cheguei até contatá-lo mais tarde no Facebook, mas por desilusão minha, descobri que se tratava-se de um fake, pois o tal não conhecia o Rush. Agora, no entanto, espero estar comentando no blog certo e que o próprio leia este comentário! Um grande abraço, Humberto e parabéns por este espaço e pela sua relação com os fãs.

    ResponderExcluir
  134. É engraçado como analisamos as obras dos artistas em óticas diferentes...rsrsr
    Apesar de ser declarado pelo autor a trilologia (A revolta dos Dândis,Ouça o que eu digo, não ouça ninguém e Várias variáveis) sempre considerei este último parte de um álbum duplo lançado em partes, sendo o Várias variáveis o disco 1 e o Gessiger,Liks & Malts o disco 2.
    Ouça o que eu digo,não ouça ninguém é o disco que confirma os paradoxos filosóficos da contra-mão de tudo que era moda nos anos 80, se assim posso dizer.
    A frase " O que está escrito na canção, ningém precisa aceitar" da música: Variações sobre um mesmo tema liberta daquele conceito em que tudo pode lhe influenciar e não poupar ninguém.
    Um grande abraço ao Gessinger, e torço para que a formação G,L&M volte a tocar!!!

    ResponderExcluir
  135. Eu acho que vc fala muita merda isso sim......

    ResponderExcluir
  136. HG, Ouça o que digo... não é um disco "paulista": é um disco COLORADO! rsrsrsrs Freud Flinstone explica o uso do Vermelho!...rsrsrs

    ResponderExcluir
  137. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  138. Pôxa cara, minha relação com esse disco é praticamente familiar. Ainda tenho o vinil e o CD é o mesmo CD que levei comigo pra morar no Estados Unidos na década de 90, retornei, levei ele pra viver na Alemanha e uns bons anos em Londres já no ano final da 1ª década deste século. A caixinha já era faz tempo, mas o encarte tá lá firme e forte, numa gaveta, aguardando outra caixinha.. Como este o ‘Revolta’ e o “V-Vs” também fizeram os mesmo trajetos.
    Mas enfim, em 88, como você mencionou e é a mais pra verdade, o ‘Revolta’ ainda estava bem firme nas paradas.
    Eu ouvia demais o ‘Revolta dos Dandis’ junto com o ‘Joshua Tree” do U2, não sei pq cargas d’água achava os 2 discos muito parecidos, sei lá, mas enfim, corri pra comprar o ‘capa vermelha’ logo que saiu, estava muito curioso e ansioso.
    Eu era office-boy nesta época, capital de SP, meus amigos não trabalhavam e eram duros demais, eu curtia comprar discos, daí todo fds a gente se reunia na casa de um brother, fazíamos uma vaquinha pra comprar uma garrafa de qq coisa e rolavam umas audições.
    Me lembro que este disco foi tocado ao extremo, pois cada um encontrava um detalhe diferente - ainda mais após alguns goles.
    Tinha o lance da capa e das fotos que nos remetiam diretamente ao ótimo disco anterior, as faixas, os arranjos, algumas frases que passeavam por músicas já visitadas e criavam ulguns quebra-cabeças e uns nós malucos, que nós sentíamos entender perfeitamente, enfim, aquilo se tornou um estudo detalhado da obra, uma leitura, como se fosse a continuação de algum livro que todos nós havíamos lido.
    Sou e 1972 e te digo, este é um disco - assim como outros da banda - que me acompanha literalmente desde 88, trilha sonora de várias amizades, momentos, namoros, etc, etc...aliás, este domingo que passou, 27/01, ele estava rolando lá em casa, enquanto minha esposa preparava o almoço e a gente bebia uma cervejinha...

    ResponderExcluir
  139. Humberto, Você , licks e Malts são inesqueciveis.
    Por Flavio melo.
    sou teu fã me manda um oi em
    flaviomelo28@hotmail.com
    facebook

    ResponderExcluir
  140. A proximidade entre os dois discos talvez tenha criado o vício de se ouvir e cantar Engenheiros. Alívio Imediato era tão bom que eu tinha "dó" de ouvir. Eu acabara de comprar um mini system Gradiente. Meu carro não tinha som então eu enchia o mini sistem de pilhas e ia namorar. Até hoje acho o peso da canção Alívio perfeito.

    ResponderExcluir
  141. Nunca mais teremos um Pink Floyd completo novamente, mais ainda poderemos ter um GLM... Quando?

    ResponderExcluir
  142. Nunca esperava ver David Gilmour ao vivo, e aconteceu. Será que nunca vamos ver GLM ao vivo?

    ResponderExcluir