4 Discos Imaginários


Este texto foi escrito para o Mapas do Acaso. 
Resolvi tirar numa das últimas revisões, 
apesar de gostar das 4 capas imaginadas. 
Vai servir de base para a Audição Comentada 
desta segunda na UFRGS. 
Depois conto aqui que músicas ouvimos 
e tento resumir o papo que rolou. 

Compilações. Best of... Geatests Hits... O Melhor de... Uma experiência estranha, quando se tem contrato com uma grande gravadora, é receber um pedido de autógrafo na capa de uma coletânea que desconhecíamos. Estes discos reúnem as músicas mais conhecidas e têm uma capa padrão, para todo o cast da gravadora.

Deve ser possível exigir, no contrato, algum controle sobre estas compilações, mas nunca me interessou colocar um tempêro autoral nesse prato requentado. Sei que há pessoas que gostam destes atalhos e consigo conviver bem com isso. Mas confesso que acho esquisito quando algum artista diz que sua obra favorita é o seu maior sucesso. Muito estranho. Ele gosta da música ou do sucesso que ela fez? Minhas preferidas geralmente passaram batidas.

Nestes tempos em que os álbuns foram substituídos por playlits, resolvi comer fria a sobremesa da vingança: aqui vão 4 discos virtuais. Anacronicamente divididos em dois lados.
           
Já que meus discos, herança do rock progressivo setentista, sempre são costurados por algum conceito, busco agora outro critério: as parcerias. Apesar de, em regra, compor sozinho, gosto do desafio que as parcerias acrescentam. Costumo fazer mais "a coisa certa" quando estou escrevendo com parceiros. O que é bom, mas é ruim, mas é bom, mas é o que rola...
           
Sozinho, costumo aproveitar a liberdade dos erros e excessos. Músicas como Infinita Highway, Piano Bar, De Fé, Até o Fim,  e outras que escrevi sozinho têm formas pouco ortodoxas para os padrões cada vez mais engessados da música pop (nem vou citar Anoiteceu em POA, A Violência Travestida Faz Seu Trottoir, Quartos de Hotel, e outras cuja forma é... digamos... livre demais).

No material do Pouca Vogal isso fica bem claro, se compararmos as músicas que fiz com Duca, de estrutura mais tradicional (Depois da Curva, Breve) com as que fiz sozinho, mais livres, desformatadas (Pra Quem Gosta de Nós, Pouca Vogal).

Não falo de virtudes e defeitos, são características: um refrão que não vem ou que, a cada vez, vem diferente... uma sequência harmônica que não se repete na canção, mas que vai pintar em outra...

Nos arranjos, principalmente nos discos em que eu toquei o baixo, também rola esta subversão. É frequente a voz marcar o tempo como o baixo deveria fazer enquanto este desenha alguma melodia quase vocal. Eu gosto, mas fico na minha.

não quero seduzir teu coração turista
não quero te vender o meu ponto de vista

O primeiro destes discos virtuais seria composto por parcerias com 3 guitarristas que tocaram comigo: Paulinho Galvão, Luciano Granja e Fernando Deluqui. Assim como sua sexta canção, o disco se chamará FUSÃO A FRIO, a promessa de um baita atalho pra se conseguir energia.

Guitarristas são figuraças, ouvem com os dedos. De todos os instrumentistas, talvez sejam os mais dominados pelo instrumento. Geralmente compôem baseados em riffs, frases de guitarra que se repetem. Não chega a ser algo harmonicamente rico, mas traz um compromisso forte para a métrica das frases. Pedir pra mudar o tom de um riff, o que um tecladista faria sem piscar, pode tirar o sono de um guitarrista.

1- PRA FICAR LEGAL gessinger/galvão 2001
2- RITOS DE PASSAGEM gessinger/galvão  2001
3- SEI NÃO gessinger/galvão  2001
4- CAMUFLAGEM gessinger/galvão 2003
5- DOM QUIXOTE gessinger/galvão 2003
6- FUSÃO A FRIO gessinger/galvão 2003
1- OUTONO EM PORTO ALEGRE gessinger/galvão 2003
2- ALGO POR VOCÊ gessinger/deluqui 1995
3- PORÃO gessinger/deluqui 1995
4- ELA SABE gessinger/granja 1996
5- A FERRO E FOGO gessinger/granja 1996
6- MELHOR ASSIM gessinger/granja 1999

CELEBRAR & DESCEREBRAR seria o nome do disco composto só por músicas que escrevi com todos os componentes de determinada formação dos EngHaw, HG3 ou Capital Inicial. Nestas músicas recebi bases gravadas, sobre as quais fiz a letra. Fica bem o nome pela dualidade unida por um "&" associativo.

1- ?PRA QUÊ? gessinger/granja/adal 1996
2- A ILHA NÃO SE CURVA gessinger/granja/adal 1997
3- NADA FÁCIL gessinger/granja/adal/dorfman 1999
4- OLHOS ABERTOS (capital inicial) 1990
5- QUEBRA-CABEÇA
gessinger/fonseca/ayala/aranha/pedro a. 2007
6- NÃO CONSIGO ODIAR NINGUÉM
gessinger/fonseca/ayala/aranha/pedro a. 2007
7- CORAÇÃO BLINDADO
gessinger/fonseca/ayala/aranha/pedro a. 2007
8- GUANTÁNAMO
gessinger/fonseca/ayala/aranha/pedro a. 2007

Um disco reunindo todas as músicas que fiz com Carlos Maltz ou Augusto Licks poderia se chamar Gessinger, Licks & Maltz. Ops, este já existe e, nele, só duas cãnções são parcerias, escrevi quase todo sozinho. Melhor chamar CANIBAL VEGETARIANO DEVORA PLANTA CARNÍVORA. Por quê? Pelo enigma que este trio até hoje é. A capa poderia simular um jornal. Este oxímoro seria a manchete principal. 

Era muito bom e tranquilo trabalhar com Licks & Maltz. Liberdade total e sem pressão interna. Nunca rolou fogo amigo, nunca ninguém foi inimigo na trincheira. Parou por que? Por que parou? É a vida, semente-flor-adubo-semente-fruto-adubo-semente...

Independente de quem desse o pontapé inicial, cada um fazia sua parte sozinho. Sempre achei estranho este papo de criação coletiva. Só funciona em ocasiões especiais e com as pessoas certas. Melhor dizendo: ocasiões especiais e certas pessoas.

Eu sempre priorizava as parcerias na hora de escolher o repertório dos discos. Todas as canções que escrevemos juntos foram gravadas na primeira oportunidade. Há uma noção generalizada de que esta formação terminou como consequência de egos hipertrofiados. Nada disso. Egos em baixíssima rotação. Música, sempre, em primeiro lugar. Num trio há tanto espaço que é difícil um pisar no calo de outro.

1- QUEM TEM PRESSA NÃO SE INTERESSA gessinger/maltz 1987
2- e-STÓRIA gessinger/maltz 2001
3- SEGUNDA FEIRA BLUES gessinger/maltz 2003
4- CINZA gessinger/maltz 2007
5- SOB O TAPETE gessinger/licks 1988
6- TRIBOS E TRIBUNAIS gessinger/licks  1988
7- VARIAÇÕES SOBRE UM MESMO TEMA gessinger/licks 1988
8- O EXÉRCITO DE UM HOMEM SÓ gessinger/licks 1990
9- NUNCA MAIS PODER gessinger/licks 1990
10- PRA SER SINCERO gessinger/licks 1990
11- MUROS E GRADES gessinger/licks 1991
12- MUSEU DE CERA gessinger/licks 1991
13- CURTAMETRAGEM gessinger/licks 1991
14- CANIBAL VEGETARIANO DEVORA PLANTA CARNÍVORA gessinger/licks 1992
15- PARABÓLICA gessinger/licks 1992
        
Finalmente, o disco com músicas que nomearam discos. Algumas canções não fazem parte do álbum que nomearam. Natural, pois, no meu trabalho, os capítulos sempre se entrelaçaram. Pensando em loop, como o cachorro correndo atrás do próprio rabo.

De todas as seleções, esta é a que abrange o maior período de tempo. Mesmo pensando em loop como a cobra mordendo o próprio rabo, seria difícil nomear um disco composto por músicas que nomearam discos. Mas, aí vai: VIOLANDO PIXELS. Por quê? Pela guinada que o gerúndio dá na palavra "viola", transformando um instrumento em uma ação. Gosto também dá idéia de edição. Reordenar pixels, tirá-los do lugar original. Remontar o quadro, refazer a paisagem.

1- LONGE DEMAIS DAS CAPITAIS gessinger 1986
2- A REVOLTA DOS DÂNDIS gessinger 1987
3- OUÇA O QUE EU DIGO: NÃO OUÇA NINGUÉM gessinger 1988
4- ALÍVIO IMEDIATO gessinger 1989
5- O PAPA É POP gessinger 1990
6- VÁRIAS VARIÁVEIS gessinger/licks/maltz 1991
7- FILMES DE GUERRA, CANÇÕES DE AMOR gessinger 1993
8- SIMPLES DE CORAÇÃO gessinger 1995
9- 10.000 DESTINOS gessinger/dorfman 1999
10- SURFANDO KARMAS & DNA gessinger 2001
11- DANÇANDO NO CAMPO MINADO gessinger 2003
12- NOVOS HORIZONTES gessinger 2000

Fico devendo um disco com minhas favoritas. Duvido que um dia eu consiga fazer tal lista, mas já adianto um nome: PRAZER SINCERO.
26set2011

40 comentários:

  1. O maior barato do último disco é que duas dessas faixas sequer estão nos discos aos quais emprestam o nome... demais.

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  2. Vc escreveu "Era muito bom e tranquilo trabalhar com Licks & Maltz. Liberdade total e sem pressão interna. Nunca rolou fogo amigo, nunca ninguém foi inimigo na trincheira. Parou por que? Por que parou? É a vida, semente-flor-adubo-semente-fruto-adubo-semente..."
    Já passou pela tua cabeça voltar a tocar com o Licks e o Maltz juntos ? te pergunto ainda,será que vcs três tocariam como antes?ou seria uma bagunça geral atual? HG,HG...tu sem querer fundi a cabeça dos teus fãs de fé. abraços

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  3. As compilações e os discos serão diversos conquanto forem os critérios, eis o que pensei. Daí o músico tem uma obra infinita, pois pode re-significar as suas músicas, e os críticos de arte nunca entram em um consenso. Mas isso é a graça. E quem resignifica? O tempo. Vai ter o momento em que as compilações possíveis entrarão no curso de repetição? É um cálculo, uma cobra buscando o próprio rabo. Matemática.

    Uma música pode ser o conflito entre a problematologia do compositor e a interpretação do fã. É um conflito. O resultado? Talvez uma terapia - "entremundos", "entrelinguagens" e entre tempos distintos. A obra de um artista é uma pharmácia (aquelas antigas): a gente pode encontra a cura ou o veneno.

    Baita texto, Gessinger!
    Abraço.

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  4. Engraçado é ver que a música que encerra o Lado A do disco VIOLANDO PIXELS é uma vinheta do disco original (Várias Variáveis).

    Fiquei imaginando como seria ela no fim de um lado. Ela surgindo depois de O PAPA É POP e encerrando um lado.

    Enigmático.

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  5. Sem palavras, só posso comentar:
    Essa audição vai estar muito massa!!!
    Esperamos o lado B!

    Abraços

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  6. HG sei que você é autoral até os ossos, e até por isso, gostaria de ouvir um disco só de regravações ou (covers), acho que seria interessante, adorei o texto, grande abraço pra ti!

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  7. Muito coerente a reescolha do repertório com o título dos álbuns e “anacronicamente dividido em dois lados”. Imaginando os álbuns e o design das capas lembrei de uma música que seria bacana ser acrescentada no Violando Pixels como um bônus-track, mesmo que esta não tenha nome de outros álbuns : Descendo a Serra. Fala da parada do “cão anda em círculos, atrás do próprio rabo”. (Tá, eu sei, fui tentar contextualizar e saí do contexto...).
    Muito bom a escolha e disposição das músicas. Só não vi uma coisa... quando é msm o lançamento dos álbuns?rsrsrsrsrs ;D

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  8. Humberto, esse texto deveria ter entrado no Mapas, mas entendo porque o tirou, mas como espera a nova formação do EngHaw? Trio? Quarteto? Quinteto? Muito bom o texto mestre!

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  9. No fim do segundo parágrafo, você diz que suas músicas preferidas passaram batidas. Pode ter certeza que para os "de fé", elas não passaram batidas não e tenha a certeza de que também são as nossas favoritas...
    Abração.

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  10. Não tem como não admirar HG, simplesmente "O Mestre"... esses posts me fazem arrepiar a cada palavra lida.
    "Prazer Sincero", que idéia, magnífica como todas as que têm!!!
    Beijos e abraços, sucesso sempre para nossa felicidade.

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  11. Realmente, seria um baita presentão para os fãs (mais antigos até) fazer algum trabalho com a participação do Licks e Maltz. Vale a pena pensar sobre o assunto? Olha que posso até sonhar com um acontecimento desse. E, por favor, que me despertador não toque!!
    Concordo com você sobre as músicas mais conhecidas x as melhores. Sempre fui muito mais lado B (expressão extinta, que pena).
    Agora, um disco com as melhores? Pode ser álbum duplo? Acho que assim mesmo seria complicado. Mas adianto que "Descendo a Serra" estaria presente, aliás, sempre peço pelo twitter para você essa!
    Beijos e sucesso sempre!!

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  12. Prazer sincero eu ri sô. Ô se eu ri
    Eu sorri. Im sorry

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  13. sempre surgirá uma surpresa por aqui então. fiquei aqui, selecionando as músicas para ouvir o seu CD imaginário, as vezes da pra sentir mais ou menos o que vc quis dizer. as vezes não...
    devo admitir que gostei mais do CELEBRAR & DESCEREBRAR (:

    e aí Humberto, como anda sendo a ideia de postar seus pensamentos no blog, legal dividir as coisas com os de fés e com quem mais lê??

    beeeijos

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  14. Cara, acho q vou imprimir esse texto e colar no meu Mapas do Acaso.

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  15. Boa idéia Torremo_MH... o meu está chegando, acho que irei fazer isso também \o/ heheheh.

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  16. Caraaaca... Nunca tinha pensado assim sobre as coletâneas! Superinteressante!

    Agora..... Gostaria de uma resposta para uma pergunta: "Você gosta mais do primeiro ou do segundo disco listado acima?" resposta para pedrohenriquesaleh@gmail.com

    Pergunta chatinha né....mas cedo ou tarde alguém ia acabar perguntando.

    E ah.... já que todo mundo (mesmo sem fazer 3 gols) pede música para a twitcam, eu queria pedir tb: "nunca mais poder"

    PARABÉNS PARA O SITE!

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  17. Mais quatro discos enghaw... bom demais!

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  18. cara, fragmentos desse post tem no mapas do acaso....muito bom..e fragmentos das suas palavras, diversificadas e com novas entonações, talvez um tom abaixo (subtom) existem no velhas pavras ..meu blog
    www.vpnp.blogspot.com
    acho que vai se sentir na sala de casa, ou no quarto, na cozinha...sei la.

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  19. Certa vez li que você considera o Waters como seu 'pai adotivo'. Desde então, decidi que você seria meu 'irmão mais velho adotivo'. Era 1986. Ainda bem que conheci Sartre, após ouvir o "A Revolta..." lá nos idos de '87. Já te disse isso quando te entrevistei na TV Asa Branca recentemente aqui em Caruaru, interior de Pernambuco (show do PV) e pedi teu autógrafo no "O MURO". Passei por aqui pra dizer que a ideia do BloGessinger foi ótima. Estou entre os "de fé". Tenho certeza. Estou longe demais do museu de cêra. Abração. Qq coisa... Sou o almir@tvasabranca.com.br

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  20. Pô, só quero dizer que fiquei de !cara! de ir em um pub esse ultimo fim de semana e ver uma banda "Plano Cruzado" abrir seu repertório com "ouça o que eu digo, não ouça ninguém", depois ainda rolou "Sampa no walkman" e ainda "ando só", parecia que eu tava em um show dos enghaw nos anos 90.
    É sempre muito bom ouvir algumas GLM com distorções.

    Humberto Gessinger,
    Falta você compor uma música com o nome "minuano" né?
    e "GLM", ah não precisa não, "GLM" já está escrita nos discos de um plano que ainda não sou capaz de ouvir, mas que com certeza já toca por via de minhas veias, não é secundária, já faz parte, já faz sentido!!!!

    Obrigado...e abraço!

    "?eu entendo vc que nao me entende?"

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  21. Escolher algumas canções para um disco imaginário deve ser algo difícil, ainda mais quando se tem um repertório tão longo... o massa é o dinamismo que há entre o criador e a obra! E é interessante ver que vibramos na mesma frequência (o criador e os DeFé's), as nossas músicas preferidas geralmente passaram batidas (principalmente quando o Lado B continha apenas uma música) velhas raízes progressivas!

    Mais uma vez Grande texto!

    Abraços

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  22. " Sempre em frente foi o conselho que ela me deu , sem me avisar ..."
    " Se eu soubesse antes o que sei agora erraria tudo exatamente igual "...
    E aí vai ser toda segunda-feira o post ?

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  23. Pode ser o sono, mas me perdi zilhões de vezes nesse texto, rs, enfim... Ei... Nada passando batido por aqui ok?! Mas confesso que eu sempre pulo 'Era um garoto...' E só compro as coletanias pra ter a discografia completa, mas pouco ouço...

    Beijo!

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  24. HG é um cara maluco e deixa todos malucos a sua volta. depois de ler esse texto todo, desistir de comprar o livro. se for para ler essas besteiras eu não compro!
    axo que todos vc ai em cima são tão viciados ne Engenheiros (assim como eu) que ja ficaram biruta.
    ele pegou músicas antigas, a maioria ninguem gosta e fez 4 cds... kkkkkkkkkkkkkk

    Humberto Para Min Ficou Um CD pior do que o outro

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  25. Oq é isso Vander_Santana?? Tá loucão?

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  26. E pra nós aqui, simples admiradores (fã é uma palavra piegas demais...rs), impossível escolher o melhor disco ou a melhor canção...todas tem algo a dizer, em momentos variados da vida, um conselho ou uma direção diferentes. Esse "caboclo" aí, esse tal de Vander_Santana, tem todo o direito do mundo de ter a opinião dele, e nós, de fé, de descordar de tamanha falta de sensibilidade e razão! Deve ser o típico analfabeto funcional, que sabe ler, mas não entende o que lê, que ouve, mas não percebe a profundidade de uma canção... HG, se der pra enumerar (o que é impossível): Muros e Grades, Infinita Highway, Concreto e Asfalto, Simples de Coração, Ilex Paraguariensis, Mapas do Acaso, Pra ser sincero, Ela sabe...ixi...vai longe...longe demais das capitais! Forte abraço!

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  27. Estou com a Maria Fernanda Baldo... O caboclo aí tem o direito de se expressar, mas o nomeio como leitor incompetente, como ela disse, lê e não entende, mas sem intrigas, HG tem muitos de fé como nós, Ele Sabe...
    Impossível citar as melhores, mas tenho curiosidade de saber o que teria em Prazer Sincero.
    Prazer Sincero é poder ter um Mestre como HG pra se prestigiar.

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  28. Este comentário foi removido pelo autor.

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  29. Juliana, será que você já ouviu falar em liberdade de expressão ou escolha?? Acho que sim, pois assim como você tem o direito de pensar tudo isso, nós, os De Fé, temos o direito de idolatrar quem quisermos, e se é pra idolatrar alguém, porque não alguém que seja, cantor, compositor, músico (ahhh músico, aposto que você não conhece muitas pessoas que tocam a quantidade de instrumentos que o mestre HG toca), escritor... Enfim, pense do jeito que quiser, não vai conseguir mudar o mundo. Um abraço!

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  30. Juliana, mais uma coisa, eu prefiro Rolling Stones!!! Tá vendo, minha cara, cada um na sua!!!
    Bob Dylan, The Doors, The Cure, tem muita gente boa!!! Não se trata só de música, o buraco é bem mais embaixo, o lance são as letras, a sensibilidade Jimi Hendrix é o melhor guitarrista de todos os tempos, curto pra caramba!!! Mas prefiro as letras do HG. Pra falar de amor, Nando Reis é um letrista sensacional... Ou seja, HG não é único, mas na concepção de muita gente, é o melhor, ponto final.

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  31. Com certeza abriu novos horizontes.
    Para cada playlist há um critério interessante e infinitas são as combinações. Qualquer dia desses vou experimentar as combinações por parceria (ja havia pensado nisso anos atrás), mas confesso que o playlist de música que deram nome a discos seja deverás peculiar.

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  32. E o pau tava quebrando nos comentários e nem vi antes de escrever o comentário anterior. Conclusão:

    o fanatismo continua. Não importa a plataforma continua as mesmas brigas; a maioria cegada pela própria verdade.

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  33. Pra zer sincero ... 800mb e pouco. Este disco e dvd..

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  34. Falta tu fazer as artes das capas!
    Os enigmas Pink Floydianos fazem falta hoje em dia! Revolta dos Dandis, Varias Variáveis.O Próximo disco ENGHAW poderia ter a capa ao estilo: Onde está Wally.

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  35. dos 4 gostei mais do CELEBRAR & DESCEREBRAR.
    e as capas pode ser no estilo:Onde está Wally.
    só que com alguns ex integrantes dos ENGHAW.


    muito bom seu blog!

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  36. Kpaz iMAGICnadaS... Bota fé?

    big close arms

    CLOSE UP! :) you are TVisando

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  37. Kpaz iMAGICnadaS...Bota (coturno) fé (Jung), ENGHW-HG?

    Big close arms.

    CLOSE UP! :) pq vc ta TVisando.

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  38. Caro HG... você captou o que eu falava no comentário posterior (porque leio tudo de frente para trás)...

    Estes álbuns imaginários seriam exatamente o meu mundo virtual...

    Huggs!

    Eloisa Rocia

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  39. Interrresante!

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  40. ISSO É O QUE PODERIAMOS CHAMAR DE:

    VARIOS SONS SOBRE UM MESMO TEMA..RSRS

    ADOREI ESSES DISCOS IMAGINARIOS, JÁ ESTOU PROVIDENCIANDO MINHAS LISTAS DE REPRODUÇÃO NO MEDIA PLAYER COM ESSES NOVOS VELHOS OU VELHOS NOVOS ALBUNS...

    ABRAÇO HG!

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